Uniao de Blogueiros Evangelicos

 

Os incidentes de ontem envolvendo Israel, levaram o mundo a olhar e falar contra Israel. Os Olhos do mundo estão em Israel, um terço dos debates da ONU tem por tema ISRAEL. A profecia bíblia de Zacarias tem razão: E acontecerá naquele dia que farei de Jerusalém uma pedra pesada para todos os povos” (Zc 12.3). Digam-se de passagem, 2500 vezes a Bíblia fala de Israel. 811 vezes Jerusalém é citada na Bíblia. Israel está em 70% das profecias bíblicas.

O mundo inteiro ontem, protestou contra Israel, sem nem mesmo ouvir suas explicações. Percebi até mesmo nos comentários e nas expressões dos jornalistas, formadores de opiniões, políticos e todos que se manifestaram, certa ira, revolta e ódio contra Israel. Todas as vezes que Israel revidou os ataques terroristas contra eles, foram repreendidos e reprovados pela ONU, mas os terroristas nenhuma vez. Pareceu que seria melhor Israel “deixar-se morrer”, como disse Lula. Mas uma profecia sobre isto: “E de todos sereis odiados”...

Quando o Hamas atacou Israel, eles usavam os civis, (escolas, hospitais) como base de seus ataques, e quando Israel revidava, os civis eram mortos e as notícias negativas contra Israel eram ofensivas. Toda esta questão de Palestina, que nunca existiu.

 

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Geziel Silva Costa

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É meu querido estamos vivendo os tempos de repreenção, mas o que nos motiva a irmos além no meio de tantas guerras e maliguinidades é que somos "protestantes" é que o nosso Deus é maior do que qualquer opinião mal formada de pessoas que se vangloriam pelos seus ternos italianos, mas que se enforcam nos seus carros luxuosos.
Quero ser jornalista e mudar não a opinião dos outros, mas sim a falta de diálogo que há na comunicação pobre deste país.

Belo texto hein irmão Geziel

Que Deus o capacite mais e mais para você evangelizar mais e mais pela internet.
Ah Israel ainda não morreu. Jesus nos chama para salvarmos a terra onde um dia ele pisou
Olá Bruno!

Seja jornalista e faça a diferença. Não seje um jornalista para ser mais um, para somar, não, seje para fazer a diferença, para influenciar os outros para a verdade que liberta.

Grande Abraço
Geziel
"Atrocidade israelense, silêncio mundial"07-01-2009
12:50:47, por José Alberte , 444 palavras
Categorias: Outros, Dezires
"Atrocidade israelense, silêncio mundial"
B.B.C.

No meio da ofensiva israelense na Faixa de Gaza, a BBC entrevistou sobre a actual situaçom ao relator especial de Naçons Unidas para os territórios palestinos, Richard Faulk.

No passado Israel acusou a Faulk de falta de imparcialidade, mas o representante internacional diz que seria equivocado equiparar a agressom israelense com a palestina.

Faulk é professor emérito de Direito Internacional na Universidade de Princeton, Estados Unidos.
* * *

Como você caracterizaria o que os israelenses estám a fazer em Gaza?

Israel está a cometer umha pavorosa série de atrocidades, utilizando armamentos modernos contra umha populaçom indefesa, atacando a umha populaçom que tem estado sofrendo um severo bloqueio durante muitos meses, e ignorando a possibilidade de restabelecer um cesse o fogo que os líderes de Hamas tinham proposto.

Sento-me estupefacto pelo facto de que a comunidade internacional nom tenha tomado medidas mais decisivas como resposta ante o que está a ocorrer.

Você utilizou a palavra "atrocidades". Considera que se estám a cometer violaçons das leis internacionais em matéria humanitária?

O próprio bloqueio descumpre as duas obrigaçons mais fundamentais de umha força de ocupaçom: em primeiro lugar, evitar castigar colectivamente à populaçom civil e, em segundo, garantir que a populaçom ocupada tenha suficientes alimentos e fornecimentos médicos.

Este bombardeio nom se pode nem sequer descrever como desproporcionado: é um acto de agressom incondicional contra umha populaçom indefesa para a qual Israel tem especiais responsabilidades internacionais baixo a Convençom de Genebra e em relaçom com a Carta de Naçons Unidas.

Você diz que o que está a passar nom tem justificativa. Mas, em sua qualidade de relator especial de Naçons Unidas em temas de direitos humanos nos territórios ocupados, você tem o dever - até verdadeiro ponto- de ser imparcial sobre o que está a passar. As pessoas que vivem no sul de Israel, que se viram submetidas a repetidos ataques com foguetes desde Gaza, nom têm também direitos?

Por suposto que têm direitos e eu disse, umha e outra vez, que os ataques com foguetes som imorais e ilegais.

Mas, desde nenhum ponto de vista legal ou moral, esses ataques podem justificar represálias desta magnitude.

E daí crê da acusaçom dos israelenses de que você nom é nada imparcial?

E por que deveriam eles me considerar imparcial?

Isso nom é mais que um desvio das verdadeiras perguntas que se devem fazer: Estou a ser preciso? Estou a ser veraz?

Nom é meu dever dizer que realidades desiguales som iguais.

Se fizesse-o, estaria a descumprir com minha responsabilidades como relator especial.

Gaza-campo de concentração de IsraelPublicado por Maria Dirce em 1 junho 2010 às 0:48 em Política Exibir tópicos

GAZA — A Faixa de Gaza, destino da frota internacional de ajuda humanitária que a marinha israelense atacou nesta segunda-feira, é um enclave palestino pobre e superpovoado controlado pelo Hamas e submetido a um forte bloqueio por Israel.

Nesse pequeno território de 352 km2, situado junto ao Mediterrâneo, a sudoeste de Israel e na fronteira com o Egito, vivem 1,5 milhão de palestinos. Trata-se de uma das maiores densidades demográficas do mundo.

Oitenta por cento da população de Gaza depende da ajuda internacional para sobreviver. Segundo dados oficiais palestinos, mais da metade dos habitantes vive abaixo da linha da pobreza e ao menos 40% da população ativa não tem emprego.

A Faixa de Gaza é uma região costeira de 45 km de comprimento e de 6 a 10 km de largura, desprovida de recursos naturais. Sofre uma escassez crônica de água e quase não tem indústria.

A situação econômica e humana agravou-se ainda mais a partir de junho de 2007, quando o Hamas (acrônimo em árabe para Movimento de Resistência Islâmica) tomou o poder, expulsando do território os partidários do presidente Mahmoud Abbas.

Em represália, Israel, que tinha evacuado Gaza unilateralmente em 2005, submeteu o território a um férreo bloqueio, inclusive marítimo, salvo para produtos de primeira necessidade.

Depois da retirada de 8.000 colonos em 2005, Israel manteve o controle do espaço aéreo, das águas territoriais, do tráfego de mercadorias e do movimento da população.

O único ponto de acesso a Gaza que escapa ao controle israelense é o terminal de Rafah, na fronteira com o Egito, mas o governo egípcio o mantém na maior parte do tempo fechado.

A única via de mercadorias para Gaza são os diversos túneis de contrabando escavados abaixo da fronteira com o Egito.

Durante várias décadas, em torno de 8.000 colonos israelenses viveram ali em 21 colônias, sob a proteção do Exército hebreu, antes da retirada unilateral ocorrida no segundo semestre de 2005.

Gaza, a principal base do Hamas, tornou-se desde março de 2006 a sede de fato do governo palestino, dominado pelo movimento islâmico depois de sua vitória eleitoral. A Autoridade Palestina está instalada em Ramalah (Cisjordânia).

Em torno de 900.000 habitantes são refugiados ou descendentes de refugiados que se instalaram neste território depois da fuga ou expulsão de seus lares durante a guerra árabe-israelense de 1948

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
IGREJA: ISRAEL CRIOU UM GRANDE CAMPO DE CONCENTRAÇÃO EM GAZA


ROMA - O cardeal responsável por questões de justiça e paz no Vaticano apresentou na quarta-feira a mais dura crítica da Igreja Católica contra Israel até agora na atual crise do Oriente Médio, ao qualificar Gaza como "um grande campo de concentração". O cardeal Renato Martino, presidente do Conselho de Justiça e Paz do Vaticano, fez essas declarações em entrevista ao jornal eletrônico italiano Il Sussidiario.net. Israel condenou os comentários de Martino.

- Populações indefesas são sempre as que pagam. Veja as condições em Gaza: cada vez mais, parece um grande campo de concentração - disse Martino, considerado informalmente o "ministro da Justiça" do Vaticano.

O porta-voz do Ministério do Exterior israelense, Yigal Palmor, disse que o cardeal usou o vocabulário típico da propaganda política do grupo islâmico Hamas, contra o qual lançou uma ofensiva há 13 dias na Faixa de Gaza, onde mais de 700 pessoas morreram desde o início dos ataques.

- Ficamos chocados ao ouvir de um dignitário espiritual palavras tão distantes da verdade e da dignidade - disse Palmor à agência Reuters. - Vindo de um membro do Colégio de Cardeais, o vocabulário da propaganda política do Hamas é um fenômeno chocante e decepcionante.

O Papa Bento XVI já fez vários apelos genéricos pelo fim da violência em Gaza, mas sem criticar abertamente Israel, que há 13 dias bombardeia a região, provocando mais de 700 mortes. Em maio, o pontífice deve visitar locais bíblicos da Jordânia, de Israel e da Cisjordânia.





Fonte: Reuters e O Globo.
Ninguém tem dúvida de que Israel está em guerra contra o Hamas na Faixa de Gaza. A guerra declarada contra o terror é bastante para que qualquer Estado imponha bloqueio militar como forma de autodefesa. Aliás, o direito de defesa é assegurado a todos, pois ninguém pode permanecer passivo diante dos ataques inimigos. O Brasil também tem seu “bloqueio”, que lhe permite até abater aeronaves que adentram o território brasileiro sem a devida autorização[1]. Trata-se de uma defesa do nosso território e da nossa soberania que a nenhum outro país diz respeito.

Ao “atacar” os navios de “ajuda humanitária” que tentavam furar esse bloqueio, Israel nada mais fez do que exercer livremente um direito de defesa que lhe é assegurado. Toda e qualquer ajuda humanitária à Faixa de Gaza deve ser inspecionada por Israel, já que esse País impôs legítimo bloqueio militar àquele território, abrigo de terroristas. Detalhes importantes: 1) O bloqueio à Faixa de Gaza é imposto não somente por Israel, mas também pelo Egito; 2) Israel e Egito permitem ajudas humanitárias à Faixa de Gaza, desde que devidamente inspecionadas;[2] 3) O governo do Egito também fechara sua fronteira quando a guerra entre Fatah e Hamas tornou-se mais intensa[3].

A condenação da mídia à atitude de Israel, além de tendenciosa, demonstra uma atitude de anti-semitismo, porquanto censura um dos lados (Israel) sem antes ouvi-lo, sem dar-lhe direito à justificação. Mídia imparcial não condena, sobretudo antes de ouvir os dois lados.

A verdade é que a chamada “Frota de Liberdade”, que agregava navios pertencentes a “organizações humanitárias”, abordada pelas forças Israelenses, sabia que estava praticando um ato ilegal e já esperava a reação de Israel. A cineasta brasileira Iara Lee, que integrava uma das embarcações, confessou à Rede Globo que “os ativistas já esperavam algum tipo de confrontação com as forças militares de Israel”[4]. Ora, se já esperavam a confrontação, por que enfrentaram o bloqueio à Faixa de Gaza?

A única resposta a isso vem da boca da própria ativista: “Se Israel nos prender a todos, façam barulho!”[5]. A clara intenção daquela afronta à soberania de Israel não foi efetivamente levar ajuda humanitária à Faixa de Gaza, mas “fazer barulho”, ou seja: suscitar a fúria internacional contra Israel (e como fizeram!). Caso quisessem realmente prestar socorro àquele povo, os ativistas-pró-terroristas não teriam descumprido a imposição de Israel para que os navios fossem previamente inspecionados.

As imagens revelam que, durante a abordagem, os soldados israelenses foram agredidos pelos ativistas, obrigando Israel a exercitar o uso da força. Um vídeo publicado no YouTube comprova que até granadas [de efeito moral] foram usadas pelos ativistas contra os soldados [6]. Estavam prontos para reagir, é o que se deduz. Portanto, não se tratava de uma missão de paz, mas de uma afronta à soberania de Israel. A mídia (em especial, a Rede Globo) mais uma vez deturpou os fatos noticiados.

Quero condenar aqui a atitude da Rede Globo e do Governo Brasileiro de censurarem Israel sem, antes, condenarem a atitude afrontosa dos ativistas. Se um país não tem o direito de se defender, de usar de todos os recursos para evitar o contrabando de armamentos a uma zona de conflito, então o Brasil também não tem o direito de abordar aeronaves, embarcações e veículos que adentram o nosso território trazendo contrabandos e tráficos. Afinal, a Constituição Federal assegura em seu art. 5º: “XV - é livre a locomoção no território nacional em tempo de paz, podendo qualquer pessoa, nos termos da lei, nele entrar, permanecer ou dele sair com seus bens”.

Entretanto, se a soberania nacional impõe a todos (inclusive estrangeiros que aqui chegam) o dever de observar as leis que regem a circulação de bens, serviços e pessoas no território nacional, então a atitude do Brasil de condenar Israel pela abordagem aos navios da “Frota da Liberdade” (não seria este nome um agravo à soberania de Israel?) constitui-se, no mínimo, numa tremenda hipocrisia, já que aqueles navios claramente portavam armas e desrespeitavam as condições impostas pela nação israelense para a chegada de ajuda humanitária à Faixa de Gaza.

É triste constatar que Brasil vem se manifestando a favor do programa nuclear do Irã, contrariando a posição de outras nações, temerosas do mal que possa resultar disso. Todos nós sabemos que o Irã é inimigo declarado de Israel e do Ocidente. Por que, então, o Brasil apóia esse programa nuclear? Comparo esta atitude infantil do Governo brasileiro à entrega de armas ao inimigo; você venderia uma arma a quem sabidamente deseja sua morte? Corremos o risco de nos tornar um País hipócrita diante de tantas “burrices diplomáticas” cometidas pelo Governo brasileiro.

Para finalizar, dirijo-me à Rede Globo, inimiga pública de Israel, e com uma pergunta: Por que vocês não divulgam a posição de Israel sobre os diversos conflitos na Faixa de Gaza? Por que não falam de atos heróicos e humanitários de Israel em prol da paz na região, como a recente salvação da filha do ministro do Interior do Hamas?[7] Por que não mostraram a parte do vídeo em que os ativistas lançam a granada? Israel já se manifestou sobre o incidente com os ativistas[8], mas não vimos a mídia cínica revelar qualquer posição em defesa da soberania israelense. No entanto, sempre que há uma autodefesa de Israel, assistimos a um bombardeio intenso de informações manipuladas, todas contrárias àquele País, que nada mais faz do se defender.

Parem de incitar o ódio a Israel!
Ninguém tem dúvida de que Israel está em guerra contra o Hamas na Faixa de Gaza. A guerra declarada contra o terror é bastante para que qualquer Estado imponha bloqueio militar como forma de autodefesa. Aliás, o direito de defesa é assegurado a todos, pois ninguém pode permanecer passivo diante dos ataques inimigos. O Brasil também tem seu “bloqueio”, que lhe permite até abater aeronaves que adentram o território brasileiro sem a devida autorização[1]. Trata-se de uma defesa do nosso território e da nossa soberania que a nenhum outro país diz respeito.

Ao “atacar” os navios de “ajuda humanitária” que tentavam furar esse bloqueio, Israel nada mais fez do que exercer livremente um direito de defesa que lhe é assegurado. Toda e qualquer ajuda humanitária à Faixa de Gaza deve ser inspecionada por Israel, já que esse País impôs legítimo bloqueio militar àquele território, abrigo de terroristas. Detalhes importantes: 1) O bloqueio à Faixa de Gaza é imposto não somente por Israel, mas também pelo Egito; 2) Israel e Egito permitem ajudas humanitárias à Faixa de Gaza, desde que devidamente inspecionadas;[2] 3) O governo do Egito também fechara sua fronteira quando a guerra entre Fatah e Hamas tornou-se mais intensa[3].

A condenação da mídia à atitude de Israel, além de tendenciosa, demonstra uma atitude de anti-semitismo, porquanto censura um dos lados (Israel) sem antes ouvi-lo, sem dar-lhe direito à justificação. Mídia imparcial não condena, sobretudo antes de ouvir os dois lados.

A verdade é que a chamada “Frota de Liberdade”, que agregava navios pertencentes a “organizações humanitárias”, abordada pelas forças Israelenses, sabia que estava praticando um ato ilegal e já esperava a reação de Israel. A cineasta brasileira Iara Lee, que integrava uma das embarcações, confessou à Rede Globo que “os ativistas já esperavam algum tipo de confrontação com as forças militares de Israel”[4]. Ora, se já esperavam a confrontação, por que enfrentaram o bloqueio à Faixa de Gaza?

A única resposta a isso vem da boca da própria ativista: “Se Israel nos prender a todos, façam barulho!”[5]. A clara intenção daquela afronta à soberania de Israel não foi efetivamente levar ajuda humanitária à Faixa de Gaza, mas “fazer barulho”, ou seja: suscitar a fúria internacional contra Israel (e como fizeram!). Caso quisessem realmente prestar socorro àquele povo, os ativistas-pró-terroristas não teriam descumprido a imposição de Israel para que os navios fossem previamente inspecionados.

As imagens revelam que, durante a abordagem, os soldados israelenses foram agredidos pelos ativistas, obrigando Israel a exercitar o uso da força. Um vídeo publicado no YouTube comprova que até granadas [de efeito moral] foram usadas pelos ativistas contra os soldados [6]. Estavam prontos para reagir, é o que se deduz. Portanto, não se tratava de uma missão de paz, mas de uma afronta à soberania de Israel. A mídia (em especial, a Rede Globo) mais uma vez deturpou os fatos noticiados.

Quero condenar aqui a atitude da Rede Globo e do Governo Brasileiro de censurarem Israel sem, antes, condenarem a atitude afrontosa dos ativistas. Se um país não tem o direito de se defender, de usar de todos os recursos para evitar o contrabando de armamentos a uma zona de conflito, então o Brasil também não tem o direito de abordar aeronaves, embarcações e veículos que adentram o nosso território trazendo contrabandos e tráficos. Afinal, a Constituição Federal assegura em seu art. 5º: “XV - é livre a locomoção no território nacional em tempo de paz, podendo qualquer pessoa, nos termos da lei, nele entrar, permanecer ou dele sair com seus bens”.

Entretanto, se a soberania nacional impõe a todos (inclusive estrangeiros que aqui chegam) o dever de observar as leis que regem a circulação de bens, serviços e pessoas no território nacional, então a atitude do Brasil de condenar Israel pela abordagem aos navios da “Frota da Liberdade” (não seria este nome um agravo à soberania de Israel?) constitui-se, no mínimo, numa tremenda hipocrisia, já que aqueles navios claramente portavam armas e desrespeitavam as condições impostas pela nação israelense para a chegada de ajuda humanitária à Faixa de Gaza.

É triste constatar que Brasil vem se manifestando a favor do programa nuclear do Irã, contrariando a posição de outras nações, temerosas do mal que possa resultar disso. Todos nós sabemos que o Irã é inimigo declarado de Israel e do Ocidente. Por que, então, o Brasil apóia esse programa nuclear? Comparo esta atitude infantil do Governo brasileiro à entrega de armas ao inimigo; você venderia uma arma a quem sabidamente deseja sua morte? Corremos o risco de nos tornar um País hipócrita diante de tantas “burrices diplomáticas” cometidas pelo Governo brasileiro.

Para finalizar, dirijo-me à Rede Globo, inimiga pública de Israel, e com uma pergunta: Por que vocês não divulgam a posição de Israel sobre os diversos conflitos na Faixa de Gaza? Por que não falam de atos heróicos e humanitários de Israel em prol da paz na região, como a recente salvação da filha do ministro do Interior do Hamas?[7] Por que não mostraram a parte do vídeo em que os ativistas lançam a granada? Israel já se manifestou sobre o incidente com os ativistas[8], mas não vimos a mídia cínica revelar qualquer posição em defesa da soberania israelense. No entanto, sempre que há uma autodefesa de Israel, assistimos a um bombardeio intenso de informações manipuladas, todas contrárias àquele País, que nada mais faz do se defender.

Parem de incitar o ódio a Israel!
Mito: Os jornalistas que fazem a cobertura do Oriente Médio são movidos pela busca da verdade.

Fato: Ninguém deveria se surpreender ao ser informado que os jornalistas no Oriente Médio compartilham do mesmo interesse por sensacionalismo que seus colegas que cobrem assuntos domésticos. Os exemplos mais destacados são os repórteres de TV, cuja ênfase no visual em lugar da substância encoraja um tratamento superficial dos assuntos. Por exemplo, quando o correspondente da NBC em Israel foi questionado por que os repórteres vinham para as manifestações dos palestinos na Margem Ocidental, que eles sabiam ser encenadas, sua resposta foi: "Nós entramos no jogo porque precisamos das fotos".[10] Em países como a Síria, a Arábia Saudita, o Irã ou a Líbia, as redes de TV não têm liberdade para obter as imagens que lhes interessam [por isso as buscam em Israel].

Israel freqüentemente enfrenta a situação difícil de tentar contradizer imagens com palavras. "Quando um tanque entra em Ramallah, isso não é bonito na TV", explica Gideon Meir, do Ministério do Exterior de Israel. "Certamente podemos explicar porque estávamos lá, e é o que fazemos. Mas são só palavras. Contra fotos, temos de lutar com palavras".[10a]

A magnitude do problema que Israel enfrenta é clara, conforme foi ilustrado por Tami Allen-Frost, presidente da Associação da Imprensa Estrangeira e produtor da ITN britânica: "A cena mais forte que fica na mente é a de um tanque numa cidade", e: "ocorrem mais incidentes na Margem Ocidental do que atentados suicidas [em Israel]. No final, o que conta é a quantidade".[10b]

Mito: As autoridades árabes dizem aos jornalistas ocidentais as mesmas coisas que falam ao seu próprio povo.

Fato: Os líderes árabes constantemente expressam seus pontos de vista de forma diferente em inglês do que em árabe. Eles revelam seus verdadeiros sentimentos e posições aos seus constituintes em sua língua nativa. Para consumo externo, entretanto, eles aprenderam a falar em tom moderado. Geralmente eles apresentam pontos de vista muito diferentes quando falam em inglês para as audiências do Ocidente. Há muito tempo, os propagandistas árabes já se tornaram mais sofisticados na apresentação da sua causa. Eles agora aparecem rotineiramente nos noticiários da TV americana, são citados na mídia impressa e se apresentam como pessoas razoáveis com queixas legítimas. O que a maioria dessas mesmas pessoas diz em árabe, por outro lado, está freqüentemente muito longe do moderado e razoável. Como os israelenses podem traduzir facilmente o que é dito em árabe, eles estão bem informados sobre os pontos de vista dos seus inimigos. Os americanos, porém, bem como outros povos, podem ser facilmente persuadidos pela apresentação enganosa de um propagandista árabe.

Para dar apenas um exemplo, o negociador palestino Saeb Erekat é freqüentemente citado pela mídia ocidental. Depois do assassinato brutal de dois adolescentes israelenses em 9 de maio de 2001, os jornalistas pediram seus comentários. O "Washington Post" noticiou sua resposta:

Saeb Erekat, um funcionário palestino, disse em inglês numa conferência de imprensa: "Matar civis é um crime, quer seja cometido pelos palestinos ou pelos israelenses". Esse comentário não foi reproduzido em língua árabe na mídia palestina.[12]

O aspecto incomum dessa história: o "Washington Post" revelou que o comentário de Erekat foi ignorado pela imprensa palestina.

Mito: Os jornalistas conhecem bem a história do Oriente Médio e, assim, sabem colocar os eventos atuais no contexto apropriado.

Fato: Uma causa das más interpretações sobre o Oriente Médio e da parcialidade da mídia nas reportagens é a ignorância dos jornalistas sobre a região. Quase não há repórteres que falam hebraico ou árabe, de modo que têm pouco ou quase nenhum acesso às principais fontes. Muitas vezes eles repetem histórias que leram nas publicações em inglês da região, ao invés de fazerem reportagens independentes. Quando tentam colocar os eventos no contexto histórico, eles freqüentemente entendem mal os fatos e criam uma impressão incorreta ou enganosa. Um exemplo: durante uma narração sobre a história dos lugares sagrados em Jerusalém, Garrick Utley, da CNN, disse que os judeus podiam orar junto ao Muro das Lamentações durante o governo jordaniano (de 1948 a 1967).[13] Na verdade, os judeus eram impedidos de visitar seu lugar mais sagrado. Esse é um aspecto histórico essencial, que ajuda a explicar a posição de Israel com relação a Jerusalém.

Mito: Os israelenses não podem negar a veracidade das fotos que mostram seus abusos.


A foto de um policial israelense protegendo um estudante judeu-americano foi divulgada em todo o mundo como sendo de um palestino agredido pelo policial.
Fato: Uma foto pode valer mil palavras, mas muitas vezes as palavras usadas para descrever a foto são distorcidas e enganosas. Não há dúvida de que os fotógrafos e os câmeras de TV procuram as imagens mais dramáticas que possam encontrar, quase sempre apresentando os brutais "golias" israelenses maltratando os sofredores "davis" palestinos. Entretanto, falta normalmente o contexto.

Num exemplo clássico, a "Associated Press" distribuiu para o mundo inteiro uma imagem dramática. Ela foi publicada no "New York Times"[19] e causou revolta internacional porque a legenda, fornecida pela "Associated Press", dizia: "Um policial israelense e um palestino no Monte do Templo". Tirada na época da revolta palestina após a controvertida visita de Ariel Sharon à mesquita de Al-Aksa, a foto parecia ser um caso flagrante da brutalidade israelense. Entretanto, foi constatado que a legenda era incorreta e que a foto, na verdade, mostrava um incidente que deveria ter conduzido à impressão exatamente oposta, se tivesse sido noticiado corretamente.

Na realidade, a vítima não era um palestino agredido por um soldado israelense. A foto mostrava um policial israelense protegendo o estudante judeu-americano Tuvia Grossman, que estava num táxi que foi apedrejado por palestinos. Grossman foi puxado para fora do táxi, surrado e esfaqueado. Ele conseguiu se livrar e fugiu para perto do policial israelense. Nesse momento um fotógrafo fez a foto.

Além de identificar a vítima de forma errada, a "Associated Press" também informou incorretamente que a foto tinha sido tirada no Monte do Templo. Na verdade, o incidente aconteceu em outra parte de Jerusalém.

Quando a "Associated Press" foi alertada sobre os erros, ela fez uma série de correções, muitas das quais não esclareceram a história de forma completa. Como geralmente acontece quando a mídia comete erros, o dano já tinha sido feito. Muitos veículos que usaram a foto não publicaram posteriormente as devidas explicações. Outros fizeram correções que não tiveram nem de longe o destaque da história inicial.


Outro exemplo de como fotos podem ser tanto dramáticas quanto enganosas, foi uma imagem da "Reuters" mostrando um menino palestino sendo preso pela polícia israelense no dia 6 de abril de 2001. O menino estava obviamente atemorizado e "molhou" suas calças. Mais uma vez a foto atraiu a atenção do mundo inteiro e reforçou na mídia a imagem dos israelenses como ocupantes brutais que abusam de crianças inocentes.

Nesse caso, o contexto foi enganoso. Outro fotógrafo da "Reuters" tirou uma foto um pouco antes, mostrando o mesmo menino jogando pedras em soldados israelenses. Poucos veículos publicaram essa primeira foto.

Mito: A imprensa não justifica os atos terroristas.

Fato: Pelo contrário, a mídia rotineiramente aceita e repete as platitudes de terroristas e de seus porta-vozes com relação aos seus propósitos. A imprensa aceita ingenuamente as alegações de que os ataques contra civis inocentes são atos de "combatentes pela libertação". Em anos recentes, algumas empresas jornalísticas desenvolveram uma resistência contra o termo "terrorista" e substituiram-no por eufemismos como "militante", porque não querem ser vistas tomando partido ou julgando os responsáveis.

Por exemplo, depois que um homem-bomba palestino explodiu uma pizzaria no centro de Jerusalém em 9 de agosto de 2001, matando 15 pessoas, o atacante foi descrito como um "militante"... Em contraste, todos os meios de comunicação chamaram os ataques aos EUA em 11 de setembro de atentados terroristas.

Clifford May, da "Middle East Information Network", chamou a atenção para o absurdo da cobertura da mídia: "Nenhum jornal escreveria: ‘Militantes atingiram o World Trade Center...’, nem diria: ‘Eles devem considerar-se combatentes pela libertação, e quem somos nós para julgá-los? Nós somos jornalistas’."

A noção de que o "combatente pela liberdade" para uns é o "terrorista" para outros simplesmente não é verdadeira. É possível definir o terrorismo. Eis como o FBI define a palavra:

Terrorismo é o uso ilegal da força ou violência contra pessoas ou propriedades para intimidar ou coagir um governo, a população civil ou qualquer segmento dela, com propósitos políticos ou sociais.[20]

Se a mídia julgasse os eventos usando essa simples definição, os jornalistas não teriam dificuldades em usar a palavra "terrorista".

Mito: A TV Al-Jazeera é a "CNN árabe", proporcionando ao mundo árabe uma fonte objetiva de notícias.

Fato: A Al-Jazeera é uma cadeia de televisão de língua árabe, fundada no Qatar, amplamente assistida em todo o mundo árabe. O canal começou em 1996 como um projeto de estimação do emir do Qatar, xeque Hamad bin-Khalifa al-Thani, e ganhou destaque durante a guerra no Afeganistão, por causa de seus antigos contatos com os dirigentes do Talibã e com Osama bin Laden. Divulgando uma variedade de pontos de vista, incluindo opiniões dos funcionários da administração Bush, a rede buscou criar a impressão de que é uma fonte de notícias objetiva para o mundo árabe. Na realidade, a Al-Jazeera tem ficado conhecida como canal de propaganda de visões extremistas no mundo árabe. Um intelectual muçulmano culpou a rede por incitar as massas árabes contra o Ocidente e por transformar bin Laden e seus asseclas em celebridades. "Há uma diferença entre dar oportunidade para que opiniões diferentes [sejam ouvidas] e colocar no ar assassinos armados para que divulguem suas idéias", disse o Dr. Abd Al-Hamid Al-Ansari, decano de Shar’ia e Direito na Universidade do Qatar.[23]

Numa entrevista ao programa "60 Minutos", um correspondente da Al-Jazeera, ao se referir à cobertura de notícias do conflito, disse que os palestinos morrem como mártires. Quando Ed Bradley [o entrevistador] replicou que os israelenses os chamariam de terroristas, ele respondeu: "Esse é um problema dos israelenses. É um ponto de vista". Quando lhe perguntaram como eles descrevem os israelenses que são mortos por palestinos, a resposta foi: "Damos-lhes o nome certo: israelenses mortos por palestinos". Bradley disse ainda que a cobertura da intifada pela Al-Jazeera foi responsável por incitar manifestações pró-palestinas por todo o Oriente Médio.[24] (extraído de www.us-israel.org/jsource/myths/ - http://www.Beth-Shalom.com.br)
Antecedentes ao Embargo Marítimo

Israel retirou suas forças militares e população da Faixa de Gaza em 2005. O Fatah, então, assumiu o controle da região. No entanto, em 2007, o Hamas tomou o controle da região à força.
Um dos objetivos declarados do Hamas é a destruição do Estado de Israel e consequente exterminação da população Israelense.

Desde então, o Hamas vem utilizando a região como plataforma de lançamento de mísseis, disparando-os frequentemente, deliberadamente e indiscriminadamente contra a população israelense.
Em dezembro de 2008 a situação tornou-se insustentável, desencadeando uma guerra entre o grupo terrorista e o exército israelense. O Hamas, no entanto, continua com os ataques até hoje.
É importante lembrar que Israel não age contra a população palestina, mas contra os atos do regime terrorista do Hamas, que não reconhece o Estado democrático de Israel.

Entenda melhor o motivo do embargo:



Por que Israel mantém um embargo marítimo à Faixa de Gaza?

O embargo, portanto, é mais uma das ferramentas pacíficas e legais utilizadas por Israel para pressionar o Hamas a abdicar de suas atividades terroristas e buscar a paz na região.

Israel NUNCA permitiu uma "crise humanitária" na Faixa de Gaza, como noticiado pela mídia anti-israelense.
Na realidade, Israel é um dos muitos países a enviar ajuda humanitária à Faixa de Gaza diariamente, exigindo, apenas, que se faça uma inspeção para evitar o contrabando de armas à região.


A proposta de Israel à Flotilha

Uma flotilha com 6 embarcações partiu do Chipre com suposta "ajuda humanitária" à Faixa de Gaza.
A marinha israelense interceptou as embarcações com a intenção de negociar pacificamente.
Qual foi a posiçãoda flotilha
REJEIÇÃO ÀS NEGOCIAÇÕES

Israel, então, fez uma proposta à flotilha: que toda a carga "humanitária" passasse por inspeção no porto de Ashdod, em Israel, e, então, seguisse com os próprios ativistas, por via terrestre, à Faixa de Gaza, controlada pela organização terrorista Hamas.

Qual foi a posiçãoda flotilha
REJEIÇÃO À PROPOSTA


As inspeções de toda e qualquer carga com destino à Faixa de Gaza é comum, ocorrendo, inclusive, com quaisquer doações vindas do Brasil.

Então, pergunta-se: Se esta flotilha é, realmente, humanitária, por que não colaborou com o governo israelense a exemplo do que os outros governos fazem, incluindo o governo brasileiro?


Quem são os "Ativistas Pacifistas"?
O IHH (Insani Yardim Vakfi, ou humanitarian relief fund) é uma organização radical islâmica, criada em 1992, na Turquia.
Em 1996, foi identificada pela CIA (Agência de Inteligência dos EUA) como International Humanitarian Hilfsorganization, uma das 15 organizações a facilitar atividades terroristas de grupos na Bosnia.
A CIA ainda informa que a IHH possui conexões com grupos extremistas no Irã e na Argélia.
Em 2008, Israel identificou a conexão entre a IHH e o grupo fundamentalista islâmico Hamas.
Veja os ativistas a bordo, antes da flotilha partir, cantando contra os judeus e exaltando o martírio:


O que realmente aconteceu?
Diante da rejeição dos "ativistas paifistas" a marinha israelense enviou soldados à embarcação para que estes tomassem o controle da mesma, impedindo-a de chegar à Faixa de Gaza sem que fosse feita uma inspeção da carga.
Tamanha era a intenção de pacifismo de Israel, que os soldados receberam ordens para não utilizar armas de fogo, tendo utilizado, apenas armas de paintball.
As armas de fogo poderiam ser utilizadas apenas se os soldados sofressem algum tipo de ameaça às suas vidas.

A operação era considerada tranquila, no entanto, os soldados não esperavam que os "ativistas pacifistas" eram, na verdade, fundamentalistas preparados para atacá-los, alguns deles tinham, inclusive, máscaras de gás.
Os tripulantes atacaram os soldados com barras de metal, pé-de-cabra, tacos de baseball, facas e armas de fogo.
Os soldados foram vítimasde uma emboscada muito bem planejada.
Ao atacarem os soldados, os tripulantes tomaram suas armas de fogo e as usaram contra eles. Foi então que os soldados receberam autorização para reagir com as armas de fogo, que ainda não haviam sido disparadas.
Os soldados israelenses abriram fogo, visando atingir as pernas dos atacantes, tomando, assim, controle da situação e da embarcação.
Após controlada a situação, os feridos foram rapidamente transferidos para hospitais israelenses para tratamento.
Os ativistas se preparam para atacar os soldados israelenses:




Soldados israelenses feridos
Conclusão
Dos 6 navios, apenas o "Mavi Marmara" não aceitou os termos de negociaçãode Israel.
Por que? O que tinha este navio de diferente dos outros?
Devemos tomar cuidado com a cobertura tendenciosa da imprensa antes de julgar qualquer ação dessa magnitude, que resultou na morte de ao menos 10 ativistas, além dos inúmeros feridos, entre eles soldados israelenses gravemente feridos.
Pelos vídeos e fatos expostos, conclui-se que a tripulação do Marmara não tinha fins pacíficos, já que estavam preparados para um confronto.
Apoiamos sempre as soluções pacíficas e, para tanto, lamentamos todas as mortes ocorridas no incidente. No entanto, elas são de total responsabilidade dos organizadores da flotilha
Os judeus, dis a Bíblia, são inimigos da humanidade e não agradam a Deus: "...mataram o Senhor Jesus e os profetas, como também nos perseguiram, e não agradam a Deus, e são adversários de todos os homens, a ponto de nos impedirem de falar aos gentios para que estes sejam salvos, a fimde irem enchendo sempre a medida deseus pedcados. A ira, porém, sobreveio contra eles, definitivamente" (1Ts.2:15-16).

A ira de Deus está sobre eles e com os que com ele comungam. São Sinagogas de satanás.
O triunfo final de Israel sobre as nações do mundo é o tema não somente do Antigo Testamento, mas de toda a Bíblia. Infelizmente, muitos cristãos acreditam que a Igreja, através de Cristo, substituiu permanentemente o povo de Israel na função de receptor das bênçãos abraâmicas prometidas. Esse ponto de vista predominante é chamado de Teologia da Substituição ou Teologia Amilenista, termo este que significa a inexistência de um Milênio, ou seja, não haveria um futuro Reino Milenar israelita, pois, na concepção amilenista, o Reino agora é a Igreja.

Como se antecipasse esse ensinamento errôneo, Paulo, especificamente, advertiu os gentios crentes, em Romanos 11, para que não se tornassem arrogantes por causa da sua posição de bênção, em contraste com o povo judeu, a quem ele assemelha a ramos de oliveira que foram cortados de sua própria árvore, devido à incredulidade (vv. 17-20). Paulo ensinou que os crentes de origem gentílica não deveriam se considerar mais justos do que Israel, nem deveriam pensar que Israel havia sido rejeitado permanentemente e tinha perdido as promessas de Deus (Rm 11.1-12). Pelo contrário, os gentios devem entender a sua posição como uma dádiva da graça, baseada nas promessas de Deus a Abraão. Eles agora desfrutam dessa posição como filhos de Abraão, por meio da fé em Cristo, como acontecerá com Israel, quando o Senhor, finalmente, trouxer a nação de volta para Si mesmo (Rm 11.25-32). Conseqüentemente, a Igreja não deveria crer que o Senhor abandonou o povo judeu, mas que Deus está usando a sua atual situação como um meio de trazê-lo de volta a uma genuína fé nEle. Paulo escreveu: "Pergunto, pois: Porventura tropeçaram para que caíssem? De modo nenhum! Mas, pela sua transgressão, veio a salvação aos gentios, para pô-los em ciúmes. Ora, se a transgressão deles redundou em riqueza para o mundo, e o seu abatimento em riqueza para os gentios, quanto mais a sua plenitude!" (Rm 11.11-12).

O Plano Redentor de Deus para Israel

Quando Deus formou Israel, Seu propósito era o de que fosse um "reino de sacerdotes" para o Senhor (Êx 19.6), proclamando-O entre os gentios (1 Rs 8.60). A fé e a obediência de Israel à Aliança Mosaica eram para trazer-lhe tamanha bênção que, por conseguinte, conduziria o mundo pagão ao Senhor.

Porém, depois dos reinados de Davi e de Salomão, os israelitas não foram fiéis à aliança. Por isso, Deus foi obrigado a discipliná-los (Dt 28-29), o que resultou na sua expulsão da terra, via exílio assírio (722 a.C.) e exílio babilônico (586 a.C.). Os profetas israelitas já haviam profetizado esses eventos, mas sempre acrescentavam que a nação seria redimida e restaurada à sua glória do passado, através da vinda do Messias Davídico (Is 1-12).

O profeta Daniel, mais adiante, indicou que um período conhecido como "os tempos dos gentios" interviria (Dn 9.20-27). Assim, como parte de Sua disciplina para com Israel, Deus colocou a nação sob a dominação gentílica até que o Messias venha.

Quando o Messias veio, pela primeira vez, muitos em Israel estavam procurando essa redenção. Entretanto, Deus havia determinado que o Messias seria rejeitado e morreria (At 2.23). Por conseguinte, a instituição do Reino Israelita e suas prerrogativas de banimento dos malfeitores foi adiada, para dar condições de que o Evangelho chegasse até os gentios. Enquanto isso, Israel permaneceria debaixo do domínio dos gentios; daí desenvolveu-se a perspectiva equivocada de que Israel foi rejeitado para sempre. No Segundo Advento (Segunda Vinda) do Messias, o Reino Israelita será estabelecido em Jerusalém e o Messias reinará sobre o mundo inteiro em justiça.

A Futura Batalha em Israel


Ao final da Grande Tribulação, quando os exércitos do mundo cercarem e invadirem Jerusalém, o Senhor retornará para guerrear por Israel.


A Bíblia ensina, claramente, que o Reino Messiânico não virá sem uma batalha, tanto espiritual, quanto literal. Satanás não renunciará à sua autoridade voluntariamente e lutará para matar e destruir tantos quantos for possível, até o seu fim. Ele também tentará destruir Israel, para impedir que chegue ao arrependimento. Contudo, ao final da Grande Tribulação, quando os exércitos do mundo cercarem e invadirem Jerusalém, o Senhor retornará para guerrear por Israel.

Os capítulos 12 a 14 de Zacarias descrevem, vividamente, essa batalha: "Naquele dia, farei de Jerusalém uma pedra pesada para todos os povos; todos os que a erguerem se ferirão gravemente; e, contra ela, se ajuntarão todas as nações da terra. Naquele dia, diz o Senhor, ferirei de espanto a todos os cavalos e de loucura os que os montam; sobre a casa de Judá abrirei os olhos e ferirei de cegueira todos os cavalos dos povos. (...) Naquele dia, o Senhor protegerá os habitantes de Jerusalém; e o mais fraco dentre eles, naquele dia, será com Davi, e a casa de Davi será como Deus, como o Anjo do Senhor diante deles" (Zc 12.3-4,8).

Combinada com a ação do dragão e da besta em Apocalipse 11-13 e 19, surge um panorama dessa batalha do final dos tempos: os exércitos romanos (ou ocidentais) de destaque e o Anticristo (a Besta do Apocalipse) invadirão o Oriente Médio e Israel, onde o Anticristo conquistará o Templo e nele erigirá sua imagem, para que o mundo o adore. Ainda que a intenção dele seja a de exterminar Israel, Deus protegerá um remanescente no deserto. Outro remanescente também se manterá firme em Jerusalém. Então os exércitos do mundo todo se ajuntarão no Vale de Armagedom, área que se tornará o palco da batalha por Jerusalém.

Quando a situação parecer extremamente desesperadora, os líderes de Israel se arrependerão e reconhecerão Jesus como seu Messias (Zc 12.9-14). Essa atitude disparará o retorno do Messias (Zc 14.4; Ap 19) para derrotar os inimigos de Israel e estabelecer o Seu governo sobre o mundo inteiro, a partir de sua sede em Jerusalém.

O Reino Messiânico

Quase todos os profetas do Antigo Testamento revelaram algum aspecto acerca do Reino Messiânico e da restauração de Israel. Os profetas maiores, especialmente Isaías, Jeremias e Ezequiel, escreveram extensivamente sobre as bênçãos que, um dia, hão de vir sobre Israel. Tais bênçãos incluem:

Um Israel justo vivendo sob a Nova Aliança (Jr 31; Ez 36).
Um Israel perdoado tendo por base a expiação do Servo sofredor do Senhor (Is 42; 49-50; 52-53).
Um reajuntamento do Israel disperso pelo mundo naquela terra (Is 25-27; Ez 37; Zc 8).
A ressurreição dos santos do Antigo Testamento para desfrutarem do Reino (Is 25-26; Dn 12; Ez 37).
A unificação de Israel e Judá (Ez 37).
O governo de um descendente Messiânico de Davi sediado em Jerusalém (Ez 37; Is 2; 9; 11; 24; Zc 14).
Um novo Templo em Jerusalém, ao qual o mundo virá para adorar (Ez 40-48; Ag 2).
A proteção contra inimigos e invasores (Ez 38-39).
A honra por parte dos gentios aos israelitas, reconhecendo-os como o povo de Deus (Is 49; 60).
O governo do Messias sobre o mundo inteiro (Sl 2).
A derrota de Satanás e seus demônios, de tal modo que seu domínio sobre os povos da terra seja aniquilado (Is 24; 27).
Um tempo de alegria e celebração festiva (Is 25).
Conforme o profeta Miquéias sintetizou com exatidão: "Tornará [Deus] a ter compaixão de nós; pisará aos pés as nossas iniqüidades e lançará todos os nossos pecados nas profundezas do mar. Mostrarás a Jacó a fidelidade e a Abraão, a misericórdia, as quais juraste a nossos pais, desde os dias antigos" (Mq 7.19-20).

Como essas promessas de Deus se correlacionam com o Novo Testamento? Como podemos conciliar: (1) que os crentes são "co-herdeiros" com Cristo (Gl 4.7), (2) o conceito da Nova Aliança de que todos são iguais em Cristo (Ef 2), e (3) que a Antiga Aliança foi abolida (Hb 7-10)? A rejeição de Israel ao Messias e o progresso da revelação no Novo Testamento não demonstraram que deveríamos entender as bênçãos prometidas no Antigo Testamento, como sendo cumpridas, figurativamente, na Igreja?

Paulo diria: "De modo nenhum" (Rm 11.1,11). O plano de Deus é unir ambos (Israel e a Igreja). Tal como Jesus disse ao perceber a fé do centurião: "Digo-vos que muitos virão do Oriente e do Ocidente [crentes gentios] e tomarão lugares à mesa com Abraão, Isaque e Jacó no reino dos céus" (Mt 8.11).

Acrescentando a revelação do Novo Testamento, um quadro mais completo, baseado nos doze pontos acima mencionados, revela os seguintes fatos:

Os gentios referidos no Antigo Testamento que adorarão em Jerusalém, durante o Reino, serão santos da Nova Aliança.
Assim como o povo judeu viverá sob a autoridade do Rei Messiânico na terra de Israel, os santos da Igreja habitarão em Jerusalém e governarão sobre o restante do mundo sob a autoridade do seu Rei.
Enquanto todos os crentes são iguais na Nova Aliança, Israel terá uma posição especial em cumprimento às promessas que Deus lhe fez.
A presença de um Templo literal não será um anacronismo. Pelo contrário, será a localidade física do governo do Senhor na terra, a partir de sua sede em Jerusalém, conforme Deus prometeu (Sl 132).
Esse Reino Messiânico não é o final da história. Após o reinado de mil anos do Messias (Ap 20), Deus criará novos céus e uma nova terra, bem como edificará uma Nova Jerusalém, onde todos os santos, tanto judeus como gentios, viverão juntos, em igualdade, por toda a eternidade (Is 65-66; Ap 21-22).
Portanto, os judeus são ou não são o povo de Deus? Com base nos ensinamentos da Bíblia, a resposta é um claro e altissonante "sim!"

Então, isso significa que todo judeu atualmente tem um relacionamento espiritual com Deus, por meio de Jesus Cristo, e pode ser considerado um "filho de Deus"? Até o próprio Paulo responderia "não", porque Deus está convocando apenas um remanescente de judeus para participar da Igreja (Rm 11.1-6).



Esse aspecto dualista do relacionamento de Deus com Seu povo é o que faz com que uma clara compreensão da Sua vontade seja tão crucial. Por um lado, os judeus precisam ouvir que Jesus é o seu Messias, de forma que possam se unir ao remanescente de crentes judeus. Por outro lado, muita tribulação está para chegar através dos gentios, a fim de impelir a nação de Israel ao arrependimento, de tal modo que todo o povo judeu se torne povo de Deus nos seus corações, através do relacionamento com Cristo na Nova Aliança. Logo, a advertência de Paulo a nós, como uma Igreja constituída predominantemente de gentios, ainda é apropriada: "Não te glories contra os ramos [o Israel caído]; porém, se te gloriares, sabe que não és tu que sustentas a raiz, mas a raiz, a ti. Dirás, pois: Alguns ramos foram quebrados, para que eu fosse enxertado. Bem! Pela sua incredulidade, foram quebrados; tu, porém, mediante a fé, estás firme. Não te ensoberbeças, mas teme. Porque, se Deus não poupou os ramos naturais, também não te poupará" (Rm 11.18-21).

À medida que nosso mundo se move politicamente em direção a um último Império Romano, já se pode projetar como a existência do Estado de Israel tornar-se-á o obstáculo para a paz mundial. Até quando o Ocidente apoiará Israel, a partir do momento que identificá-lo como a pedra de tropeço do mundo? Não sabemos.

Porém, sabemos com certeza que essa situação está no plano de ação do Senhor (Zc 12.2). Ele, finalmente, trará Israel de volta à sua terra e lhe dará poder para o seu triunfo final e definitivo. Conforme Ezequiel declarou: "O meu tabernáculo estará com eles [Israel]; eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo. As nações saberão que eu sou o Senhor que santifico a Israel, quando o meu santuário estiver para sempre no meio deles" (Ez 37.27-28)
De Israel veio o Mesias Jesus Cristo, e dali também virá o anticristo.

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