Uniao de Blogueiros Evangelicos

CRISTÃOS, façamos como os bereanos. Neste 2º turno, NÃO fiquemos do lado de líderes como MANOEL FERREIRA, EDIR MACEDO, MAGNO MALTA, MARCOS FELICIANO, MARCELO CRIVELA que apoiam o projeto iníquo do PT.


ALERTA À NAÇÃO BRASILEIRA!


Você está ouvindo a dezenas de vídeos abaixo que dão indícios claros do projeto de ditadura civil do proletariado e de perpetuação no poder pelo PT, a ser implantado com a eleição de Dilma Rousseff. Projeto este, típico ao do Hugo Chaves implantado na Venezuela e de Evo Morales na Bolívia.


CRISTÃOS, no próximo domingo, dia 31, façamos como os nobres bereanos (At. 17.11) do Século I que conferiam se o que lhes era ensinado, batia com as Escrituras.


Não fiquemos do lado de líderes que estão apoiando a Dilma como MARCOS FELICIANO, MARCELO CRIVELA, MAGNO MALTA, MANOEL FERREIRA, EDIR MACEDO, entre outros, que, consequentemente, apoiam o projeto de governo do PT de ideologia atéia, marxista, materialista, humanista, portanto, cem por cento anticristão.


A Carta Aberta da Dilmentira não garante nada. Basta ver como ela muda de opinião a todo instante. Ademais, a Carta deixou em aberto tomada de decisões contrárias à Lei de D'us.


Somos um naquilo que nos une.


Não vote em branco e nem anule o seu voto.

Candidato ideal só na cabeça das pessoas.

Aperfeiçoe o sistema, elegendo o menos pior para o pior não ser eleito.

Dos males, o menor.


CATÓLICOS e EVANGÉLICOS, vamos virar essa eleição!


Dia 31 o seu voto decide o futuro do
Brasil.


Não vamos permitir que um partido formado por ATEUS, DE IDEOLOGIA MARXISTA, que legisla contra a LEI DE D'US, governe nosso país.


ESTADO LAICO - "...se Estado Laico for confundido com o Estado que não permite posições discordantes, não vamos ter um Estado Laico, mas uma ditadura laica..." Dom Geraldo


É CERTO DECIDIR COM A BÍBLIA UMA ELEIÇÃO? Pr. Jesiel Freitas


Nós podemos. Somos 97%. Só depende de nós.


Em Defesa da Democracia!



GIFSoup



Você está ouvindo a dezenas de vídeos abaixo em defesa da vida, da família, dos valores judaico-cristão e da democracia, direitos estes inalienáveis, inegociáveis e que não têm preço, estando acima de qualquer benefício temporal como bolsa família, minha casa, minha vida, benesses econômico-financeiro de qualquer natureza e em detrimento de projetos abortistas e de desconstrução de conceitos da heteronormatividade e ditatoriais de Dilma Rousseff e do Partido dos Trabalhadores.


Saiba melhor quem é Dilma Rousseff e vislumbre o projeto anticristão e de ditadura civil do proletariado em grande estilo Hugo Chaves de perpetuação no poder que o PT quer implantar a qualquer custo com a eleição de sua candidata a presidente, a começar com o PNDH 3 e o PLC122/2006, enfraquecendo assim os poderes legislativo, judiciário e fortalecendo o executivo, cerceando a liberdade de expressão e da imprensa, com riscos de possíveis e prováveis mudanças gradativas da Constituição facilitadas por barganhas, alianças e uma grande maioria petista no Parlamento.


Em encontro recente com petroleiros petistas na Bahia, o deputado cassado e ex-ministro da Casa Civil José Dirceu disse que a eventual eleição da petista Dilma Rousseff para o Planalto será mais importante que a do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pois ele "é duas vezes maior que o PT", enquanto ela representaria a chegada do projeto partidário petista ao poder. "A eleição da Dilma é mais importante do que a do Lula, porque é a eleição do projeto político". Clique aqui e ouça trecho do discurso. Clique aqui e leia a íntegra do discurso.


A Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) diz em Carta aos presidenciáveis, que Dilma foi a que mais fez pela população LGBT: "Quanto a Dilma, a entidade afirma que ela “ajudou a coordenar o governo que mais fez pela população LGBT”. São destacadas ações como o programa “Brasil sem homofobia” e o “Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de LGBT”. A associação destaca ainda que Dilma assinou como ministra da Casa Civil a convocação da 1ª Conferência LGBT do mundo."


Saiba como a questão do aborto foi tratada nos governos FHC e Lula. A questão não é citada em textos do PSDB; o tema, por sua vez, é uma bandeira histórica de grupos petistas. O G1 localizou iniciativas e documentos relacionados ao tema nas duas gestões. No 3º Congresso Nacional do PT, em 2007, a descriminalização do aborto foi citada em um artigo das resoluções aprovadas pelos militantes. O artigo dizia textualmente: “Defesa da autodeterminação das mulheres, da descriminalização do aborto e regulamentação do atendimento a todos os casos no serviço público evitando assim a gravidez não desejada...".


"Para o triunfo do mal só é necessário que os bons homens não façam nada" Edmund Burk, grande estadista inglês.



Copie o código abaixo de dezenas de vídeos e cole em seus blogs e redes sociais:


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PNDH 3 - Pr. Caramuru Afonso from Mensagem Eficaz on Vimeo.

Pr. Caramuru Afonso, Doutor em Direito pela USP, pastor e teólogo, fala sobre os PNDH 1, 2 e 3


Reprodução permitida.


Sem medo do passado – Carta aberta de Fernando Henrique Cardoso a Lula


Fernando Henrique Cardoso


O presidente Lula passa por momentos de euforia que o levam a inventar inimigos e enunciar inverdades. Para ganhar sua guerra imaginária, distorce o ocorrido no governo do antecessor, autoglorifica-se na comparação e sugere que se a oposição ganhar será o caos. Por trás dessas bravatas está o personalismo e o fantasma da intolerância: só eu e os meus somos capazes de tanta glória. Houve quem dissesse “o Estado sou eu”. Lula dirá, o Brasil sou eu! Ecos de um autoritarismo mais chegado à direita.


Lamento que Lula se deixe contaminar por impulsos tão toscos e perigosos. Ele possui méritos de sobra para defender a candidatura que queira. Deu passos adiante no que fora plantado por seus antecessores. Para que, então, baixar o nível da política à dissimulação e à mentira?


A estratégia do petismo-lulista é simples: desconstruir o inimigo principal, o PSDB e FHC (muita honra para um pobre marquês…). Por que seríamos o inimigo principal? Porque podemos ganhar as eleições. Como desconstruir o inimigo? Negando o que de bom foi feito e apossando-se de tudo que dele herdaram como se deles sempre tivesse sido. Onde está a política mais consciente e benéfica para todos? No ralo.


Na campanha haverá um mote – o governo do PSDB foi “neoliberal” – e dois alvos principais: a privatização das estatais e a suposta inação na área social. Os dados dizem outra coisa. Mas os dados, ora os dados… O que conta é repetir a versão conveniente. Há três semanas Lula disse que recebeu um governo estagnado, sem plano de desenvolvimento. Esqueceu-se da estabilidade da moeda, da lei de responsabilidade fiscal, da recuperação do BNDES, da modernização da Petrobras, que triplicou a produção depois do fim do monopólio e, premida pela competição e beneficiada pela flexibilidade, chegou à descoberta do pré-sal.


Esqueceu-se do fortalecimento do Banco do Brasil, capitalizado com mais de R$ 6 bilhões e, junto com a Caixa Econômica, libertados da politicagem e recuperados para a execução de políticas de Estado.


Esqueceu-se dos investimentos do programa Avança Brasil, que, com menos alarde e mais eficiência que o PAC, permitiu concluir um número maior de obras essenciais ao país. Esqueceu-se dos ganhos que a privatização do sistema Telebrás trouxe para o povo brasileiro, com a democratização do acesso à internet e aos celulares, do fato de que a Vale privatizada paga mais impostos ao governo do que este jamais recebeu em dividendos quando a empresa era estatal, de que a Embraer, hoje orgulho nacional, só pôde dar o salto que deu depois de privatizada, de que essas empresas continuam em mãos brasileiras, gerando empregos e desenvolvimento no país.


Esqueceu-se de que o país pagou um custo alto por anos de “bravata” do PT e dele próprio. Esqueceu-se de sua responsabilidade e de seu partido pelo temor que tomou conta dos mercados em 2002, quando fomos obrigados a pedir socorro ao FMI – com aval de Lula, diga-se – para que houvesse um colchão de reservas no início do governo seguinte.Esqueceu-se de que foi esse temor que atiçou a inflação e levou seu governo a elevar o superávit primário e os juros às nuvens em 2003, para comprar a confiança dos mercados, mesmo que à custa de tudo que haviam pregado, ele e seu partido, nos anos anteriores.


Os exemplos são inúmeros para desmontar o espantalho petista sobre o suposto “neoliberalismo” peessedebista. Alguns vêm do próprio campo petista. Vejam o que disse o atual presidente do partido, José Eduardo Dutra, ex-presidente da Petrobras, citado por Adriano Pires, no Brasil Econômico de 13/1/2010.


“Se eu voltar ao parlamento e tiver uma emenda propondo a situação anterior (monopólio), voto contra. Quando foi quebrado o monopólio, a Petrobras produzia 600 mil barris por dia e tinha 6 milhões de barris de reservas. Dez anos depois, produz 1,8 milhão por dia, tem reservas de 13 bilhões. Venceu a realidade, que muitas vezes é bem diferente da idealização que a gente faz dela”. (José Eduardo Dutra)


O outro alvo da distorção petista refere-se à insensibilidade social de quem só se preocuparia com a economia. Os fatos são diferentes: com o Real, a população pobre diminuiu de 35% para 28% do total. A pobreza continuou caindo, com alguma oscilação, até atingir 18% em 2007, fruto do efeito acumulado de políticas sociais e econômicas, entre elas o aumento do salário mínimo. De 1995 a 2002, houve um aumento real de 47,4%; de 2003 a 2009, de 49,5%. O rendimento médio mensal dos trabalhadores, descontada a inflação, não cresceu espetacularmente no período, salvo entre 1993 e 1997, quando saltou de R$ 800 para aproximadamente R$ 1.200. Hoje se encontra abaixo do nível alcançado nos anos iniciais do Plano Real.


Por fim, os programas de transferência direta de renda (hoje Bolsa-Família), vendidos como uma exclusividade deste governo. Na verdade, eles começaram em um município (Campinas) e no Distrito Federal, estenderam-se para Estados (Goiás) e ganharam abrangência nacional em meu governo. O Bolsa-Escola atingiu cerca de 5 milhões de famílias, às quais o governo atual juntou outras 6 milhões, já com o nome de Bolsa-Família, englobando em uma só bolsa os programas anteriores.


É mentira, portanto, dizer que o PSDB “não olhou para o social”. Não apenas olhou como fez e fez muito nessa área: o SUS saiu do papel à realidade; o programa da aids tornou-se referência mundial; viabilizamos os medicamentos genéricos, sem temor às multinacionais; as equipes de Saúde da Família, pouco mais de 300 em 1994, tornaram-se mais de 16 mil em 2002; o programa “Toda Criança na Escola” trouxe para o Ensino Fundamental quase 100% das crianças de sete a 14 anos. Foi também no governo do PSDB que se pôs em prática a política que assiste hoje a mais de 3 milhões de idosos e deficientes (em 1996, eram apenas 300 mil).


Eleições não se ganham com o retrovisor. O eleitor vota em quem confia e lhe abre um horizonte de esperanças. Mas se o lulismo quiser comparar, sem mentir e sem descontextualizar, a briga é boa. Nada a temer.


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Tags: 2º turno, Aborto, Dilma Rousseff, Eleição 2010, Homossexualismo, Lula, PT, Partido dos Trabalhadores

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