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MÃES SOLTEIRAS !!! ORGULHO DE SER UMA SUPER MÃE!


Pois todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus. Romanos 3:23

Há uma figura de linguagem chamada eufemismo, que não é outra coisa senão usar uma palavra mais branda no lugar de outra, suavizar a informação ou, como disse alguém, “despistar as pessoas do fato sério”.

Assim, dizemos “faltar com a verdade”, em lugar de “mentir”; “foi convidado a sair da escola”, em lugar de “foi expulso”. Numa briga na sede de um dos clubes de São Paulo, o dirigente agrediu um torcedor com um “empurrão facial” (nas palavras dele), em lugar de “um tapa na cara”.

Quanto tempo faz que você não escuta a palavra pecado em tom de admoestação e censura? Parece que ela soa rude, grosseira, ou demonstra falta de polidez por parte do orador.

Nas comissões da igreja, em seus vários níveis, ao serem estudados erros dos membros da organização, por ética, preferimos o eufemismo. Dizemos “cometeu um equívoco”, “foi um deslize”, “uma falta”, “um engano”, “um descuido”, “uma fraqueza”.

O pecado é definido como transgressão, violação deliberada de um princípio moral. “Eu sei que era errado e fiz.”

Engano, por outro lado, é um erro de cálculo: “Ah, eu não vi.” Ou erro de opinião: “Você está certo. É verdade, eu cometi um engano.”
No equívoco, você diz: “Eu não sabia, sinto muito.” Para esses casos, meu esforço deve ser quebrar um hábito ou conseguir mais informação da próxima vez, a fim de evitar engano e desgaste.

Quando Davi pecou, não disse para Natã: “Desculpe, foi um deslize, eu reconheço. Foi uma falta grave. Se eu soubesse que ia dar no que deu, não teria feito.” Não, ele reconheceu seu pecado diante do profeta e depois diante de Deus. O pródigo também, quando voltou, não usou de eufemismos para falar da sua vida numa terra distante. Ele não disse: “Ô, pai! Desculpe. Eu me equivoquei. Cometi muitos enganos. Como é que não pensei antes e cometi tantos erros assim?” Suas palavras foram: “Pai, eu pequei. Estou de volta. Preciso de ti.” Ele reconheceu: “Sou pecador.”

Enganos e equívocos posso solucioná-los por mim mesmo. Posso maquiar meu erro, quebrar um hábito, ser mais cuidadoso para não me enganar. Mas, quando se trata do pecado, por mim mesmo não posso resolver o assunto.

“Pois o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm 6:23).

Tenho que ir a Cristo e dizer: “Senhor, sou pecador, quero colocar minha confiança em Cristo e em tudo aquilo que Ele fez por mim.”

 

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Comentário de sandramachado em 26 julho 2011 às 18:32

http://www.amas-brasil.webs.com/ Ser pai e mãe ao mesmo tempo... No Brasil a cada ano, cerca de 20% das crianças que nascem são filhas de adolescentes, número que representa três vezes mais garotas com menos de 15 anos grávidas que na década de 70, engravidam hoje em dia (Referência). A grande maioria dessas adolescentes não tem condições financeiras nem emocionais para assumir a maternidade e, por causa da repressão familiar, muitas delas fogem de casa e quase todas abandonam os estudos e começam por estradas erradas sofrendo muitas vezes preconceito. “Meu namorado era do tipo bonitão, tinha dinheiro, podíamos sair e nos divertir. Quando minha menstruação não veio, percebi que havia algo errado. Como ia contar para minha mãe? Como isso aconteceu comigo? Eu só tinha 16 anos e não sabia o que fazer.” - Nicole. "Com 12, parei de estudar, aos 13 engravidei e aos 16, quando achei que tinha encontrado o rumo e o amor da minha vida, tudo virou de cabeça para baixo novamente. Perdi uma pessoa que amava, fiquei novamente desamparada e com mais um filho nos braços. pois o pai dele morreu baleado quando faltava um mês para ele nascer". - Carolina Associação das Mães Solteiras do Brasil Para que a concepção de um ser humano seja possível, inexoravelmente necessita-se de um homem e de uma mulher. Quando pensamos na chegada de um bebê, costumamos imaginar que esse mesmo casal que o concebeu, será em conjunto o que o trará ao mundo, o cuidará e educará. Esta é a situação ideal e previsível. No entanto, não é a que se apresenta em todos os casos. Pelo contrário, cada vez é mais frequente encontrar mulheres que enfrentam a maternidade sem um homem ao seu lado. As razões são várias, mas basicamente poderíamos classificá-las em dois grandes grupos: as mães que não escolhem viver essa situação (mulheres que são abandonadas pelo marido, falecimento do pai do bebê ou filhos concebidos fora de um casamento estável), e as que decidem ter o seu bebê....

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