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ONU desiste de compilar dados sobre mortes na Síria.

Canadá anuncia novas sanções contra regime sírio.



O governo canadense anunciou nesta quarta-feira que imporá novas sanções contra a Síria, em uma ação coordenada com outros países, para garantir que faz o máximo possível para isolar o que classificou como "censurável regime".
O ministro das Relações Exteriores do Canadá, John Baird, disse em comunicado que o presidente sírio, Bashar al-Assad, e "aqueles que o apoiam devem receber a mensagem de que as nações que querem a paz colaboram para finalizar o opressivo reinado do regime".
Em meados de março do ano passado, eclodiram protestos em várias cidades do país para exigir reformas democráticas que, desde então, vêm sendo duramente reprimidas pelas forças de segurança.
A mediação da Liga Árabe não foi capaz de cessar a violência no país, onde desde o início da revolta mais de 5 mil pessoas morreram, segundo a ONU.
O anúncio do Canadá ocorreu pouco após Baird se reunir em Londres com o ministro das Relações Exteriores britânico, William Hague.
O Canadá explicou que as novas sanções incluem o congelamento de ativos e a proibição de manter relações comerciais com 29 indivíduos e entidades associadas ao regime do presidente sírio.
Baird assinalou que as sanções impostas pelos Estados Unidos, União Europeia e Liga Árabe "estão tendo efeito ao isolar o regime".
Na terça-feira, a Liga Árabe anunciou que solicitou o respaldo da ONU para seu plano de negociações com a Síria, que estipula a saída de Assad do país.



Fonte: EFE.



ONU desiste de compilar dados sobre mortes na Síria.



As Nações Unidas desistiram de compilar dados sobre as vítimas da repressão na Síria devido às dificuldades existentes para obter informações, afirmou nesta quarta-feira a Alta Comissária para os Direitos Humanos, Navi Pillay.
Pillay comunicou uma cifra de cerca de 5.000 mortos quando falou diante do Conselho de Segurança da ONU no início de dezembro, enquanto o vice-secretário-geral da ONU, B. Lynn Pascoe, disse diante do mesmo órgão, em 10 de janeiro, que cerca de 400 pessoas morreram na Síria desde que os enviados da Liga Árabe chegaram ao país, em 27 de dezembro.
"Há uma grande fragmentação no terreno. Algumas regiões do país estão totalmente fechadas, como Homs, por isso, não podemos atualizar os dados", afirmou. Pilay disse que a cifra de 5.000 mortos lhe parece apropriada e o suficientemente forte para mobilizar a comunidade internacional para tomar medidas.



Fonte: France Presse.

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