Uniao de Blogueiros Evangelicos

VAMOS NOS APROFUNDAR NO LIVRO DO PROFETA ISAÍAS:

INTRODUÇÃO AO LIVRO DE:

 

 

ISAÍAS

 

 

 

         INTRODUÇÃO

        

 

 

         Visão geral

         Autor: O profeta Isaías.

         Propósito: incentivar os contemporâneos do profeta a serem leais ao ETERNO e exortar os futuros leitores exilados a se arrependerem de seus pecados e a confiarem que, após o exílio, o ETERNO abençoaria o remanescente fiel e as outras nações de maneira como nunca antes eles haviam sido abençoados.

         Data: c. 686-650 a.C.

         Verdades fundamentais:

         Yaohu chamou Isaías para advertir o seu povo sobre a decisão divina de manda-los para o exílio e para garantir que, no futuro, após o exílio, o povo voltaria a receber bênçãos sem precedentes.

         A confiabilidade de Isaías foi demonstrada pelo cumprimento de muitas de suas primeiras profecias, feitas antes de o seu livro ser escrito.

         As maravilhosas predições de Isaías sobre o fim do exílio na Babilônia e a restauração certamente aconteceriam, mas somente os arrependidos em Israel e entre os gentios desfrutariam dessas bênçãos.

 

 

         Propósito e características

         Como profeta de Yaohu, Isaías tratou tanto das bênçãos quanto do julgamento das alianças de Yaohu com Israel (veja “Introdução aos livros proféticos”). Por outro lado, o ministério de Isaías consistiu em grande parte em fazer acusações, condenações e críticas à medida que ele pronunciava sobre Israel e Judá as maldições da aliança pela flagrante desobediência a obrigações inerentes a ela (1,2-31; 13,1 – 23,18; 56,9 – 57,13; 65,1-16). O profeta falou de muitas maldições diferentes que viriam, sendo as mais sérias a destruição e o exílio. De fato, tanto Israel quanto Judá ficaram tão aquém dos ideais da aliança que Yaohu ordenou a Isaías que profetizasse para que o coração do povo fosse endurecido e a sua decisão quanto ao exílio não fosse evitada (6,1-13).

 

 

 

         CRISTO EM ISAÍAS.

       As profecias de Isaías prenunciam Cristo em pelo menos três aspectos. Primeiramente, Isaías advertiu sobre os julgamentos que viriam contra o povo rebelde de Yaohu e sobre as nações que resistissem a ele (1,20; 3,13-15; 11,4; 34,2; 51,5). Por fim, as decisões divinas com as quais Isaías ameaçou foram cumpridas no ministério de Cristo (53,4-6.12; 2Co 1,15; Hb 9,26).

         Segundo, Isaías garantiu que o povo de Yaohu que se mantivesse fiel iria desfrutar de uma gloriosa restauração após o exílio – uma restauração que ele chamou de “Os novos céus e a nova terra” (66,22; veja também 65,17). O SALVADOR inaugurou essa nova criação por meio de um ministério terreno que separou novamente a luz das trevas (Jo 1,1-9). Ele dá prosseguimento a essa nova criação por toda a história da Igreja (2Co 4,6; 5,17; Gl 6,15; Tg 1,18) e a levou à sua plenitude quando voltar (Ap 21,1-3). “O Reino de Deus Mt 4”.

         Terceiro, o Novo Testamento refere-se mais a Isaías do que a qualquer outro livro do Antigo Testamento quando a questão é indicar de que maneira o SALVADOR cumpriu as expectativas do Antigo Testamento em relação ao Messias. O mais importante aspecto no qual o SALVADOR cumpriu as profecias de Isaías diz respeito ao tema dominante o do servo (Is 42,1). Isaías predisse que o “servo” traria justiça às nações (42,1-4), restabeleceria a aliança de Israel com o ETERNO (42,5-7), se tornaria luz para os gentios (49,1-7), tiraria os pecados dos eleitos e ressuscitaria dos mortos (52,13 – 53,12). O novo Testamento identifica esse SERVO-SALVADOR como o nosso SALVADOR – Yaohushua – Christós, o ETERNO encarnado: (Mt 8,17; 16,21; 27,26.29.31.38.57-60; Mc 14,49.61; 15,27.43-46; Lc 2,14; 18,31-33; 23,32; Jo 1,10-11.29; 3,17; 12,38; 19,1.7.18.38-41; At 2,23; 3,13; 7,32-33; 8,32-33; 10,43; Rm 4,25; 8,34; 10,15-16; 15,21; 1Co 15,3; Ef 3,4-5; Fp 2,9; Hb 5,8; 9,28; 1Pe 2,22-25; 1Jo 3,5; Ap 14,5).

 

 

 

Bem, como o Livro de Isaías é como se fosse um resumo da Bíblia dentro dela mesma, e, sendo o meu preferido, vamos estuda-lo de forma diferenciada como sendo um Livro – um documentário histórico:

 

 

ISAÍAS

 

INTRODUÇÃO

 

 

I. INTRODUÇÃO DO LIVRO

 

 

         Sob o nome de Isaías encontra-se reunido um conjunto de 66 capítulos que, segundo indícios evidentes, não datam todos da mesma época. O fato de um livro ter uma pluralidade de autores não tem em si nada de surpreendente: muitos outros livros do Antigo Testamento apresentam um caráter compósito: mas, enquanto estes últimos são em geral anônimos, o livro de Isaías se apresenta sob o nome de um personagem, Isaías, que viveu em uma época bem precisa da história de Israel (1,1). A tese de um único autor teve e continua tendo os seus adeptos. A opinião tradicional judaica e cristã foi expressa pelo Sirácida (século II a.C.) o qual, depois de ter falado da atividade do profeta sob o rei Ezequias, diz “que ele viu o fim dos tempos e consolou os aflitos de Sião... anunciou o futuro e as coisas escondidas antes de acontecer” (Sr 48,24-25 – Livro apócrifo). Todavia, a pluralidade de autores não impede que se fale da “unidade” do livro, mas tal unidade tem de ser procurada numa continuidade que se estende por vários séculos e na permanência de determinados temas.

         A prova mais manifesta da pluralidade de autores aparece no início do cap. 40, onde começa a assim chamada obra do Segundo ou Dêutero-Isaías: sem nenhuma transição visível, vemo-nos transportados do século VIII para pleno período do Exílio (século VI). Não se fala mais uma única vez de Isaías, e a Assíria é substituída pela Babilônia, cujo nome é mencionado com freqüência, assim como o do rei dos medos e dos persas, Ciro, conquistador da Babilônia e artífice do regresso dos judeus a terra deles (41,2; 44,28; 45,1). Com o cap. 40 começa um novo livro, ao qual serão dedicados parágrafos especiais da presente introdução.

         Por mais importantes que sejam, os caps. 40 – 66 não são a única parte do livro seguramente posterior à época de Isaías. Olhando de perto, constata-se que os caps. 36 – 39 constituem a repetição – com importantes variações, é verdade – de um texto histórico que se encontra também no livro dos Reis (2Rs 18,13 – 20,19). Os caps. 34 – 35 revelam uma característica exílica e apresentam parentesco com a obra do Segundo Isaías. Finalmente, o conjunto constituído pelos caps. 24 – 27, correntemente denominado “o apocalipse de Isaías”, está muito longe da mentalidade e das representações dos homens do século VIII. No interior dos conjuntos habitualmente referidos ao próprio profeta (1 – 12; 13 – 23; 28 – 33), há ainda certo número de fragmentos que os comentadores consideram de época posterior.

         Convém, portanto, constatar o caráter heterogêneo do livro e não procurar provar artificialmente a unidade do autor. Tentar apresentar a formação do livro de Isaías é, porém, uma tarefa em grande parte hipotética. O término definitivo do livro situa-se depois do Exílio, e mesmo depois do retorno pressuposto pelos caps. 56 – 66. Os redatores tinham à sua disposição não somente trechos esparsos, mas verdadeiras coletâneas. Pode-se admitir que o núcleo do livro de Isaías é constituído por elementos com dominante autobiográfica, notadamente o relato, pelo próprio profeta, da sua vocação ao ministério profético (cap. 6).

         Que o próprio profeta tenha praticado a escrita é atestado por textos como 8,1.16 e 30,8, mas é provável que a redação de bom número dos seus oráculos não tenha sido feita por ele, e sim, por seus discípulos, agindo sob a sua ordem, ou algum tempo mais tarde, quando era preciso mostrar a concordância entre os acontecimentos e as palavras pronunciadas. O círculo dos discípulos de Isaías parece ter sido constituído primeiro pela sua própria família: seus filhos, que ele associou ao seu ministério, dando-lhes nomes simbólicos, e sua mulher, que é denominada “a profetisa” em 8,3. Ampliado em seguida, este círculo de discípulos – alguns chegam a falar de uma verdadeira escola de Isaías – deve ter desenvolvido uma atividade literária a partir dos oráculos do mestre. Deve também ter constituído ou pelo menos prefigurado o resto fiel que, depois da catástrofe, seria o germe do povo de Yaohu.

         Sobre o número e a dimensão das coletâneas preexistentes que entraram na composição do livro de Isaías, só podemos, evidentemente, fazer conjeturas. O conjunto dos oráculos e histórias reunidas foi inserido num esquema convencional que reencontramos na maioria dos outros livros proféticos, em particular em Jr e Ez, e que comportava três partes:

         a) profecias de julgamento sobre Israel;

         b) profecias de desgraças sobre os povos estrangeiros;

         c) promessas de salvação, principalmente para Israel.

         Contudo, como as diversas coletâneas que entraram na composição do livro já constituídas, por vezes segundo o mesmo esquema, no momento da sua redação definitiva, elas resistiram em parte a este enquadramento geral. No interior dos caps. 1 – 39, podemos encontrar as seguintes subdivisões:

         1. Introdução ao conjunto do livro, constituída por uma seleção de oráculos de épocas diversas e destinada a fornecer um resumo da pregação do profeta.

         2 – 12. Profecias sobre Israel e Judá, que na sua maioria estão entre as mais antigas de Is.

         13 – 23. Oráculos sobre as nações estrangeiras.

         24 – 27. Conjunto com dominante apocalíptica.

         28 – 33. Oráculos diversos de promessas e de ameaças sobre Israel e sobre Judá (cf. 2 – 12).

         34 – 35. Outros fragmentos apocalípticos.

         36 – 39. Relatos sobre a atividade de Isaías no momento da campanha de Senaquerib contra Jerusalém.

 

 

 

II O PROFETA ISAÍAS

 

         A atividade do profeta. Livro aberto, incessantemente ampliado, o livro de Isaías poderia ser comparado a uma biblioteca, talvez a biblioteca profética por excelência. Mas este aspecto de antologia põe justamente em relevo o papel essencial desempenhado pelo profeta Isaías enquanto vivo e, depois da sua morte, na memória do povo. Este personagem extraordinário foi chamado a profetizar enquanto era ainda relativamente jovem, em 740, e sua atividade se estendeu por um período de, no mínimo, quarenta anos. Seu aparecimento no cenário da história coincide com o período de prosperidade conhecida por Judá sob o longo reinado de Ozias (ou Azarias, cf. 2Rs 15,1-7), mas que tinha como contrapartida o desenvolvimento de luxo, o advento de uma classe de proprietários que açambarcavam todas as terras, o esmagamento dos pobres. O profeta só pode estigmatizar o que considera como o contrário da justiça querida por Yaohu e anunciar a cólera dele. Alguns anos antes, Amós falara na mesma linguagem ao povo de Samaria.

         É no começo do reinado de Acaz (2Rs 16,1-20) que Isaías desponta no primeiro plano da atualidade política: enquanto Arâm, cuja capital é Damasco, e Israel, cuja capital é Samaria, tentam levantar-se contra o poder cada vez mais ameaçador da Assíria, o rei Acaz de Judá, ao contrário, estima que a melhor solução é submeter-se à proteção do rei da Assíria, o que lhe vale uma expedição punitiva da parte dos seus dois vizinhos, que querem forçá-lo a entrar na coalizão deles. Esta expedição fracassa, porém Acaz continua sua política assirófila. Após esses acontecimentos, que se situam em torno de 734, o profeta parece haver-se retirado, por sua vontade ou à força, da vida pública durante dez anos. Ele assiste impotente à ascensão progressiva da potência assíria, que se irá fazer sentir em várias províncias do reino de Israel, fazendo-o ruir em 722.

         Quando Ezequias sucede a Acaz, em 716 (2Rs 18 – 20). Isaías retorna ao primeiro plano do cenário político. Todavia, se o novo rei se demonstra um fiel do ETERNO, não se deixa aconselhar pelo profeta na condução dos negócios. Isaías sempre se opôs, por motivos religiosos, à aliança de Judá com o Egito e com outros povos vizinhos, mesmo para opor-se à Assíria, quaisquer que fossem as boas razões que pudessem recomendar tais alianças. Ao oportunismo, Isaías sempre opôs as exigências da fidelidade ao ETERNO, em virtude da qual cólera de Yaohu para a punição do povo rebelde, ora o inimigo-tipo, cuja arrogância não podia ficar impune.

         A retirada dos exércitos de Senaquerib de diante de Jerusalém, em 701, fora anunciada pelo profeta. Este evento deve ter favorecido o seu prestígio, a despeito das suas profundas divergências com os chefes políticos acerca das causas e das conseqüências do que acabava de suceder.

         Chegou-se a supor que Isaías era aparentado à família real, mas a sua autoridade lhe vem antes de tudo da sua missão profética. Embora procurado por causa de seus conselhos, Isaías era seguido apenas por uma minoria. Os representantes oficiais da religião, sacerdotes e profetas, não o ouviram e até o afligiram com os seus sarcasmos. A tradição que faz de Isaías um mártir é certamente apócrifa (pseudepígrafo intitulado Ascensão de Isaías e Hb 11,37): parece, de acordo com o sobrescrito do livro (1,1), que ele não estava mais vivo no tempo do rei perseguidor, Manassés, mas percebe-se nesta lenda o eco de uma opinião, muitas vezes confirmada pelos fatos, segundo a qual a existência profética é, humanamente falando, a experiência do fracasso.

         As qualidades essenciais de Isaías – autoridade, nobreza, fé em Yaohu e compaixão pelo seu povo – aparecem na sua linguagem, que se conforma a certas regras tradicionais do oráculo profético, que ele aplica com um domínio da língua até então desconhecido: são freqüentes os trocadilhos, muitas vezes cheios de humor, as aliterações, as assonâncias, as metáforas. Como para os sábios junto aos quais se formou, a realidade lhe parece carregada de sentido. Os elementos da natureza, o fogo, a terra, a água e o vento se lhe apresentam sob o seu duplo aspecto de poder de vida e de morte e exprimem o duplo aspecto de Yaohu, ao qual não se consegue escapar, assim como não se escapa também à realidade que nos cerca. Tudo isto é dito com notável concisão, sem nenhuma palavra supérflua, o que permite distinguir certas frases rasas e redundantes do livro, das palavras autênticas do profeta. Se a linguagem tem não somente poder de expressão, mas também força de criação é sem dúvida em Isaías que encontramos a melhor ilustração bíblica disto.

 

 

         A mensagem do profeta. A mensagem do profeta está intimamente ligada à sua pessoa e às circunstâncias em meio às quais foi levado a exercer a sua atividade: Isaías fala sempre em e para situações precisas, e a sua atitude depende daquilo que ele vive com o povo. É impossível reduzir esta mensagem a um conteúdo esquemático sem sacrificar-lhe a originalidade. Contudo, já que este profeta, sempre presente ao Yaohu eterno sentado em seu trono, está também presente ao mundo com sua história e suas dificuldades, podemos encontrar nas certas constantes mensagens de Isaías.

         Yaohu é para ele o Santo, o que pode ser traduzido pelo termo de transcendência; mas o Yaohu Santo é o Santo de Israel, isto é, ele tenciona ligar-se ao seu povo. A expressão Santo de Israel só aparece mui raramente fora do conjunto do nosso livro e pode ser considerado como característica da teologia da escola de Isaías. A santidade de Yaohu é ciumenta (colocando nos termos “humanos”), não tolera ser compartilhado com ídolos, nem no plano religioso nem no plano político. Ao ser humano – em Isaías a ligação como o povo nunca exclui a visão da humanidade inteira – importa tomar consciência desta verdade, cuja evidência só pode ser negada pelo insensato, e viver em coerência com ela. São, portanto, sempre condenados, quaisquer que sejam as circunstâncias, o orgulho, a idolatria sob todas as formas, a confiança que se deposita nas armas e nas manobras pelas quais as pessoas pensam subtrair-se ao olhar de Yaohu.

         Este Yaohu transcendente tem uma história, que não se desenrola independentemente da história do mundo, mas tampouco coincide sempre com ela: o plano ou o conselho (desígnio) de Yaohu, do qual Isaías gosta de falar, é o de um Yaohu escondido, muitas vezes desconcertante e incompreensível, mas sempre mais sábio que os conselheiros considerados hábeis. Inteiramente convicto da soberania do plano de Yaohu, nem por isso o profeta deixa de atribuir grande importância à atividade e até à iniciativa dos homens, que nunca são salvos ou condenados sem que eles mesmos o queiram. É tudo isso que está contido no termo , que designa uma atitude permanente para o qual Isaías sempre conclamou o povo. Trata-se de uma fé enérgica, a ponto de parecer absurda e contrária à opinião comum, como no momento da guerra siro-eframita: Sem firme confiança não vos firmareis, isto é, se não crerdes firmemente, não sereis consolidados (7,9). Mas esta fé vigorosa é também feita de calma e de humilde confiança (30,15).

         Esta firmeza exigida do homem deve apoiar-se nos sinais que Yaohu deu da sua santidade e da sua vontade de estabelecer a sua realeza de um modo perfeito (cf. tema da terra repleta do conhecimento de Yaohu, 11,9 – Por isso, nada é “Inventado”. E, sim: “Descoberto”): Anselmo Estevan. O trono celeste tem a sua réplica no trono de David estabelecido em Jerusalém. Isaías está fortemente ancorado na tradição davídica e, embora considere que a sucessão dinástica possa ser rompida, o rei ideal do futuro será sempre, para ele, um filho de David, seu messianismo é um messianismo régio. A dinastia de David está estabelecida em Jerusalém, que é não somente o centro de Judá, de Israel e do antigo império, mas também, segundo uma antiga tradição retomada e renovada por Isaías, o centro do mundo, para o qual convergirão todas as nações (2,1-6). David e Jerusalém, eis dois temas principais da sua mensagem, para os quais não cessou de chamar a atenção dos seus ouvintes, e que os discípulos dele retomaram amplamente, adaptando-os ás circunstâncias novas: tanto o messianismo como o papel central e universal de Jerusalém permanecerão no centro da segunda (4 – 55) e da terceira (56 – 66) parte do livro.

 

 

III. O SEGUNDO OU DÊUTERO-ISAÍAS

 

         Época e ministério do profeta. A mensagem dos capítulos 40 a 55 do livro de Isaías é dotada pelo fato de ela anunciar o triunfo dos persas, a derrota dos babilônios e a libertação bem próxima dos israelitas exilados na Mesopotâmia. Portanto, esta mensagem foi pronunciada entre 550 e 539, isto é, após as primeiras vitórias de Ciro II, o Grande (41,2-3), sobre Astíages (550) e sobre Creso (546), e antes da sua campanha contra a Babilônia (Is 45 – 48), na qual ele penetra, sem combate, em 539, saudado como libertador, uma vez que o último monarca babilônico, Nabônides, pelas suas inabilidades, levantou contra si a maioria dos seus súditos.

         Opositores notórios de Nabônides, os sacerdotes caldeus atribuem os sucessos do rei persa ao deus supremo deles. Marduk (Jr 50,2), e seus acólitos Bel e Nebô (Is 46,1). Até na colônia israelita, alguns estariam propensos a ver nos acontecimentos uma intervenção desses falsos deuses, mas o nosso profeta anônimo, o Segundo Isaias, permanece vigilante no meio dos seus irmãos exilados: lembra-lhes que o único soberano do mundo é o ETERNO. Seguro de estar falando em nome dele (Is 48,16), anuncia-lhes a salvação, isto é, a libertação do jugo babilônico, à volta a Terra Santa e a restauração de Jerusalém.

         A libertação vai pôr fim a um exílio de “sete semanas de anos” (587-538); operada de maneira desconcertante por um “messias” pagão, Ciro (Is 45,1), ela fará os israelitas passarem da humilhação para a exaltação. O retorno deles a Terra Santa aparecerá como um Êxodo novo e mais belo que o antigo: recordando a saída do Egito, ele enfatizará a fidelidade de Yaohu ao seu desígnio: eclipsando a saída do Egito, ele deixa entrever a realização definitiva deste mesmo desígnio, o Reino de Yaohu universal (Is 52,7-10). Como este Reino deve instaurar-se a partir de Jerusalém, a Cidade Santa conhecerá uma restauração deslumbrante: é graças a ela que a salvação operada por Yaohu se manifestará a todos os homens sem exceção.

         Se o segundo elemento desta salvação, o novo Êxodo, está presente ao longo de todo o livro (caps. 40 – 55), O primeiro (queda da Babilônia, libertação por Ciro) ocupa, sobretudo os caps. 40 – 48, e o terceiro (restauração de Sião, insistência no universalismo da salvação), sobretudo os caps. 49 – 55. Por conseguinte, existem provavelmente duas fases no ministério do Segundo Isaías.

 

         A) Primeira fase (caps. 40 – 48). O profeta, embora proclamando a salvação, retifica quatro desvios:

         - aos desanimados que acusam o ETERNO de abandona-los (40,27) lembra as duas razões para ter esperanças: por um lado, o ETERNO criou o mundo e o seu poder refulge no universo: por outro, escolheu Israel, e a sua fidelidade brilha na história;

         - aos desavergonhados que acusam o ETERNO de mostrar-se ingrato (43,22-24) o profeta retruca que ingratos são eles, pois acumularam crimes, causa de suas desgraças (43,24-28);

         - aos escandalizados que censuram o ETERNO pela escolha de um libertador pagão (45,11-13);

         - aos que se deixaram seduzir pelos deuses da Babilônia, dispensadores da prosperidade desta, o profeta demonstra a inconsistência desses fetiches, seja nos processos em que o verdadeiro Yaohu, comparado aos falsos, se mostra o único capaz de anunciar e de fazer o futuro, seja em sátiras contra essas pretensas divindades, tão ineficazes quanto os seus ídolos vacilantes (41,24; 42,17; 44,21; 46,8; 48,5.). “E, diga-se de passagem: cada ídolo – tem o seu nome. Por isso é importante conhecer o único e verdadeiro nome de Deus – seu Nome próprio”. Anselmo Estevan.

 

 

 

  §     BEM, VEJA O QUE DIZ A ENCICLOPÉDIA BÍBLICA – O ANTIGO TESTAMENTO INTERPRETADO VERSÍCULO POR VERSÍCULO (DICIONÁRIO). EDITORA AGNOS. AUTOR: R.N. CHAMPLIN, Ph.D. – SOBRE O ASSUNTO DO NOME “CRISTO”:

 

         “PÁGINA 4748” – O TERMO HEBRAICO MASHIAH, SIGNIFICA “UNGIDO” E VEM DE UMA RAIZ HEBRAICA QUE SIGNIFICA “UNTAR”. A SEPTUAGINTA TRADUZIU ESSA PALAVRA PELO VOCÁBULO GREGO CHRISTÓS, “UNGIDO”. ESSA PALAVRA GREGA FOI PARA O PORTUGUÊS, CRISTO, EM VEZ DE SER TRADUZIDA, PARA UNGIDO. ASSIM, O CRISTO, OU O UNGIDO, CUMPRE AS EXPECTAÇÕES E SIMBOLISMOS DO ATO DE UNGIR. ESSA PALAVRA, REFERINDO-SE AO ESPERADO MESSIAS, É UM PRODUTO DO JUDAÍSMO POSTERIOR, AINDA QUE DESDE TEMPOS BEM REMOTOS, ENTRE OS HEBREUS, ENCONTREMOS INDICAÇÕES SIMBÓLICAS. SOMENTE POR DUAS VEZES, EM TODO O ANTIGO TESTAMENTO, ESSA PALAVRA É USADA COMO UM TÍTULO OFICIAL, VER DANIEL 9,25.26. O CONCEITO MESSIÂNICO, POIS, EMBORA TIVESSE TIDO INÍCIO NO ANTIGO TESTAMENTO, (COMO NO LIVRO DE ISAÍAS, ONDE NÃO É USADA A PALAVRA HEBRAICA ESPECÍFICA), TEVE PROSSEGUIMENTO DURANTE O PERÍODO INTERTESTAMENTÁRIO, NOS LIVROS APÓCRIFOS E PSEUDEPÍGRAFOS. VER O ARTIGO SEPARADO CHAMADO UNÇÃO. ESSE ARTIGO INCLUI REFERÊNCIAS BÍBLICAS.

 

         Bem, sendo dessa forma, a partir de agora, quando surgir o nome Cristo – leia-se o Ungido. (YAOHUSHUA) Sem desmerecer os textos anteriores. Somente para continuar seguindo a minha linha de raciocínio... Anselmo Estevan.

 

Dando continuidade ao texto de Isaias:

        

 

 

 

         Tal é o conteúdo desta primeira fase. Com o fim do capítulo 48, chegamos ao ponto-chave da obra e pressentimos uma virada na vida do profeta: abandonam-se temas, aparecem outros, e a partir daqui a sua pregação se dirige, ao que parece, sobretudo à elite de Israel (cf. 48,22 nota).

 

        

         B) Segunda fase (caps. 49- 55). A mensagem que o profeta destina aos mais fiéis comporta três aspectos marcantes:

         1. A situação deles vai conhecer uma reviravolta espetacular:

         - perseguidos (51,7-8), como o profeta (50,4-11), eles serão consolados (51,1-8);

         - oprimidos, ver-se-ão salvos.

         2. A restauração de Sião é celebrada, na esteira do profeta Oséias e dos seus imitadores, como a reconciliação conjugal entre Yaohu, o esposo, e a comunidade, sua esposa: viúva, Jerusalém reencontrará o seu marido; estéril, ela vai novamente dar à luz; infiel, ela vai ser reassumida pelo seu ETERNO, cuja aliança é indefectível (49,14-26; 51,9-52.12; 54).

         3. A conversão das nações ao verdadeiro Yaohu, ao Yaohu de todos, é cada vez mais ressaltada; essas nações aparecem, sucessivamente:

         - maravilhadas diante da salvação operada por Yaohu (49,7; 52,10; e já 40,5);

         - prosternadas diante de Yaohu e desejosas de conhece-lo (49,23; 55,5; e já 45,14 – 15,23-25);

         - iluminados e transformados pelo autêntico servo de Yaohu, testemunha da verdadeira fé diante do universo (49,2.6; 53,11).

 

 

         Os servos e o Servo de Yaohu. Ao longo da mensagem que acabamos de resumir, o Segundo Isaías empregou vinte e uma vezes a palavra “servo”, uma só vez no plural (54,17), uma vez no sentido pejorativo de escravo (49,7), e dezenove vezes no sentido positivo de servo de Yaohu. Em catorze casos, este servo recebe um nome próprio: É “Israel” ou “Jacó”, isto é, o povo de Israel no seu conjunto. Em cinco casos, o servo permanece anônimo, e é preciso perguntar-se, de acordo com o contexto, quem é designado por este título em 42,1; 44,26; 50,10; 52,13 e 53,11. Será ainda Israel? Será um grupo restrito personificado? Será um individuo? Além disso, as cinco passagens supracitadas visam a uma só e mesma personificação, ou a várias? Um só e mesmo personagem, ou vários? Todas estas hipóteses podem ser defendidas, e de fato o têm sido.

         Se, num primeiro tempo, nos ativermos ao sentido imediato dos textos no seu contexto, a palavra “servo” pode designar, conforme o caso: Israel no seu conjunto, Israel na sua elite, o próprio Segundo Isaías, e finalmente o rei persa Ciro.

         1. O servo Israel como o povo. Nos caps. 41 – 48, o povo de Israel é efetivamente qualificado como servo do (Senhor) – {termo que só pode ser qualificado como sendo servo = escravo; pois, de Yaohu todos, o seu povo, como nós os gentios; depois do sacrifício do “o Ungido” – nos tornamos “co-herdeiros” da sua Palavra e do sacrifício feito por todos em geral – a Sua morte e Ressurreição...!!}. Anselmo Estevan. Em relação ao resto do Antigo Testamento, isto representa uma novidade; só se encontram alguns outros textos, raros e tardios, em que semelhante denominação é aplicada a Israel (Jr 30,10; Sl 136,22). Ao conferir-lhe este título, o profeta sublinha que o povo eleito [o nome já diz: POVO ELEITO – COMO SE COMPARAR À “SERVO”? Anselmo Estevan.] entrou, desde a sua libertação da escravidão egípcia, no serviço divino, não somente na dependência do ETERNO, mas também em sua intimidade, a ponto de receber dele revelações sobre seu desígnio, bem como a força de colaborar na implantação deste. Em 41,8-16 e 44,1-5, vê-se com que afeição Yaohu se inclina sobre o seu “servo” Israel. [Aqui, O Ungido, na plenitude de seu tempo, iria libertar “Israel-povo” – de sua própria escravidão! Anselmo Estevan.].

         2. O servo Israel na sua elite. No interior do povo de Yaohu, opera-se uma seleção; a partir do cap. 49, o profeta, recusado por uma parte dos seus ouvintes (50,6-9.11), volta-se para o grupo dócil à palavra de Yaohu (50,10). Este grupo, que nunca mais será designado pelas palavras paralelas Israel-Jacó, continua sendo, porém, sempre Israel (49,3), mas um Israel reduzido a uma elite, um resto (46,3): se lhe aplicarmos 49,5-6, a primeira tarefa dele seria reerguer os sobreviventes de Israel tomados em seu conjunto, e sua tarefa maior seria levar a luz às nações. Para certos comentadores, o poema 52,13 – 53,12 também poderia ser aplicado à elite de Israel.

         3. O Segundo Isaías, servo ele mesmo. O nosso profeta em pessoa pertenceu a essa elite. Deportado e, além disso, perseguido, teve de primeiro buscar reconforto Junto a Yaohu, para poder reconfortar os seus compatriotas como discípulo atento; recolheu as palavras do seu ETERNO, depois as transmitiu. Ao fazer isto, deparou com ceticismo e hostilidade; todavia, mesmo sob os ultrajes, permaneceu firme, tendo a certeza de, na fidelidade de Yaohu, confundir os seus perseguidores e fortificar os que acreditaram nele (50,4-11).

         4. O servo Ciro. Os que acolhem a mensagem do profeta, com isto mesmo aceitam as suas declarações, chocantes para muitos, sobre a missão de Ciro. O rei persa é também ele, sem dúvida, um servo de Yaohu. O ETERNO é o soberano que faz triunfar o profeta de Ciro, ao dizer: Jerusalém seja habitada! E Ciro é o servo que faz triunfar o projeto do ETERNO dizendo: Jerusalém seja reconstruída! (44,26-28).

         E em contraste com as estátuas fúteis dedicadas aos falsos deuses (41,24.29), não seria Ciro o eleito de Yaohu, animado pelo sopro de Yaohu (42,1)? Com a maneira benevolente que a história lhe reconhece. Ciro seria então aquele que fará admitir por todas as nações o julgamento decretado pelo ETERNO; ao instaura-lo, ele não esmagará as vítimas da Babilônia, juncos dobrados sob a força do jugo, mechas apagadas pela detenção. Sem esmorecer, Ciro cumprirá até o fim a sua missão; servo do servo de Israel, favorecerá, ao restabelecer este último, o cumprimento do desígnio de Yaohu, que é iluminar os homens com a sua luz e uni-los na sua aliança (42,1-7).

         São estas algumas das interpretações que se podem propor; dão conta dos textos, com maior ou menor propriedade, mas não são as únicas possíveis.

         Por exemplo, os judeus helenizados que produziram a tradução grega (Septuaginta) não hesitaram em dar nome ao servo anônimo de 42,1, e escreveram: EIS AQUI O MEU SERVO JACÓ, QUE EU APÓIO, ISRAEL MEU ELEITO... Na lógica desta interpretação, é Israel que propõe às nações o direito exigido por Yaohu e “a Lei” que Yaohu lhe confiou, para que a transmita ao mundo.

         O Targum, comentário em aramaico, originado da explicação oral do texto hebraico, oferece exegeses diversas no que tange aos oráculos que falam de um “servo” de Yaohu. De data incerta e, para muitos dos seus capítulos, de redação tardia, posterior ao advento da era cristã, ele tenderia a ler nas páginas dolorosas as provações de Israel e, nas páginas gloriosas, os triunfos do Messias vindouro. Sem querer encontrar a qualquer custo nas interpretações do Targum o atestado de uma tradição judaica pré-cristã, reteremos simplesmente que a literatura targúmica reconhece em Is 50,10, nos traços do “servo”, o profeta que denominamos o Segundo Isaias; e que, em 52,13 como em 42,1 e 43,10, essa literatura não hesita em escrever: “Meu Servo: o Messias”.

         Os oráculos do Segundo Isaías são ricos de sentido e abertos para o futuro; as realizações efetuadas por este ou aquele indivíduo, este ou aquele grupo escondido sob o título anônimo de “servo”, permanece parciais e limitadas: nenhuma pode pretender, ao que parece, ter esgotado a missão em escala mundial anunciada pelo Segundo Isaías.

         Para o Novo Testamento, vários textos do Segundo Isaías concernem diretamente à pessoa e à obra de O UNGIDO, o servo perfeitamente justo (50,9; 53,9), cuja morte é aceita como sacrifício de expiação (53,10: afirmação bem nova e única no Antigo Testamento), e a quem foi prometida, para além da morte, uma vida intensa e fecunda (53,9-12).

 

 

         O rosto de Yaohu. O nosso profeta traça um esboço impressionante do rosto de Yaohu, cujos principais traços são os seguintes:

         Yaohu, repete ele, é único e absolutamente incomparável, nenhuma divindade existe ao lado dele. Nenhum ser pode existir antes ou depois dele, pois ele é eterno (43,10; 44,6). Anterior a tudo, ele está também na origem de tudo; sozinho, ele cria tudo (44,24). O verbo criar, reservado ao agir divino, conhece com o Segundo Isaías um aumento repentino do seu índice de freqüência: dezesseis empregos sobre quarenta e quatro (certos) no Antigo Testamento. Além disso, o profeta inova, quando qualifica de criação o surgimento do povo israelita (43,1.7.15), e ganha de Jr 31,22, quando fala de criação a propósito do novo Êxodo (41,20; 48,7). Yaohu, com efeito, põe o seu poder de criador a serviço do seu projeto de salvação: por ter tirado os elementos do caos primitivo e os seus filhos do degredo egípcio (51,9-10), ele poderá tirar os seus fiéis deportados do exílio babilônico, e o seu gesto salvador aparecerá como uma nova explosão de força criadora (41,17-20).

         Isto, tanto mais que a salvação não se destina exclusivamente ao povo de Israel, mas a todos os povos do mundo. Antes de criar Israel, Yaohu de todos, o Yaohu universal criou a humanidade (45,12); antes de fazer aliança com Abraão, fez aliança com Noé (54,9). Ele nunca esquece a totalidade dos homens, aqui designada por uma série de sinônimos: a humanidade ou os filhos de Adão, toda carne, a multidão, a que remonta à noite dos tempos (44,7); os povos; as nações; as cidades, os clãs; as ilhas longínquas; as extremidades ou os confins da terra. Todos esses povos, sem exceção, permanecem sob o império de Yaohu; eles estão na sua mão de Todo-poderoso, leves e frágeis a despeito da sua soberba (40,6-7.15-17; 51,6); estão diante do seu olhar de Juiz, que lhes lembra que o mal gera a infelicidade (47); são levados à escuta dos seus apelos de Salvador, que os convida todos à alegria da salvação (45,22-24; 55,3-5).

         Visões tão amplamente universais não anulam os privilégios de Israel: pelo contrário, os supõem. Aquele que é o absolutamente Santo (40,25) é também o Santo de Israel (mencionado doze vezes). Se, com efeito, o verdadeiro Yaohu é reconhecido por todos, é porque o é, de modo preeminente, em um povo-testemunha (43,10-12; 44,8), especialmente escolhido, chamado, enviado ao mundo. Esta comunidade crente invoca Abraão (41,8; 51,2), Jacó (43,27), Judá (48,1), David (55,3), e mesmo que não mencione Moisés nestes capítulos, recorda incessantemente a obra dele, o Êxodo, penhor da salvação vindoura e promessa para o povo – no presente, humilhado – de uma posteridade não apenas mantida, mas incessantemente ampliada. O ETERNO, com efeito, nunca cessou de ajudar os seus, de apoiá-los, de carrega-los, de suporta-los, de instruí-los, de guia-los, de associá-los ao plano de salvação que, contrariamente aos falsos deuses, só ele é capaz de anunciar e fazer triunfar.

         A constância que o ETERNO manifesta na realização do seu desígnio leva no Segundo Isaías um nome bem especial: sua justiça, vinte e oito vezes mencionada, quase sempre designando bem mais do que o aspecto favorável da justiça judicial ou do que a repartição eqüitativa garantida pela justiça distributiva: esta justiça aparece antes como a misericordiosa fidelidade segundo a qual Yaohu cumpre as suas promessas de salvação, tanto que justiça e salvação são praticamente identificadas (45,8.21; 46,13; 51,5.6.8).

         O fato de que Yaohu salva – repete-se isto vinte e duas vezes – dá testemunho do seu amor fiel e da sua solicitude constante, que é não somente a de um pastor ou de um rei (40,11; 41,21; 43,15; 44,6; 52,7), mas também e, sobretudo a de um pai pelos seus filhos (43,6; 45,10-11), de uma mãe pelos seus filhos (49,15-16), de um esposo pela sua esposa (54). Seu amor é tal, que ele suporta e supera o pecado humano, embora repetido e grave, e chega até a apagá-lo (43,25; 44,22) e perdoá-lo totalmente (55,7).

         A salvação outorgada por Yaohu apresenta dois aspectos: de um lado, Yaohu liberta, livra, alforria e, sobretudo resgata (cf. 41,14 e dezesseis outras passagens); por outro, Yaohu reagrupa e reconforta ou, se preferirmos, consola. É este verbo, primeira palavra da coletânea e nove vezes repetida, que deu tom à nossa obra, muitas vezes chamada de “Livro da consolação”. Tal reconforto traz mais do que a libertação da desgraça e do mal, mais do que o congraçamento de uma comunidade recobrando uma vida pacífica e boa; ele comporta, além disso, o reflexo, naqueles que dele se beneficiam, do próprio brilho de Yaohu. Este “brilho” divino é expresso pela palavra glória (sete vezes), que em hebraico significa primeiramente “peso”: o Deus que “pesa muito” dá a Israel o “ter muito peso”, graças a Yaohu, nos destinos do mundo (43,4), para finalmente manifestar a sua glória a toda carne (40,5). O mesmo brilho divino é também traduzido pela palavra esplendor, repetida cinco vezes, dizendo o profeta que Yaohu “ilustrou em Israel o seu esplendor” (44,23) e quer “através de Israel ilustrar o seu esplendor” (49,3). Ao longo do livro inteiro exprime-se o contraste entre o miserável trabalho dos artesãos que esculpem  laboriosamente ídolos, aos quais tentam em vão dar um “esplendor” humano (44,13) e, a obra deslumbrante do Criador, que vitoriosamente modela crentes aos quais comunica realmente o seu “esplendor divino”.

         Este é o rosto de Yaohu que o Segundo Isaías nos faz entrever. Diante desse Deus tão generoso para com os homens, estes últimos são convidados ao acolhimento e à ação de graças. Para suscitar o acolhimento, o profeta convida seus irmãos a voltar ao ETERNO (44,22; 55,7; etc.), a procura-lo (55,1), a freqüenta-lo (55,6), a ouvi-lo (cap. 48 etc.), a desfrutar sua revelação que alimenta mais do que o pão (55,2). Para estimular a ação de graças, o Segundo Isaías multiplica os invitatórios fervorosos, impelindo seus ouvintes a cantar a Yaohu (42,10), a louva-lo até a exaltação (41,16 e seis outras vezes), a aclama-lo (42,11 e onze outras vezes), a exultar (41,16; 49,13), a explodir de júbilo (54,1), a testemunhar júbilo e entusiasmo (51,3.11). Este concerto deve reunir não somente os exilados, mas todos os filhos de Israel, não somente os israelitas, mas todos os povos, não somente todos os povos da terra, mas a própria terra e todos os elementos do cosmo, o céu e os seus astros, o mar e as suas profundezas, para fazer ressoar o hino à alegria de um universo que celebre de maneira unânime o Yaohu que quer a coesão do mundo e a união da humanidade.

 

 

 

IV O TERCEIRO OU TRITO-ISAÍAS

 

A coletânea. Quando se passa de Is 40 – 55 a Is 56 – 66, descobrem-se semelhanças de pensamento e de vocabulário, mas também uma diferença de tom, expressões novas e diversidade maior entre as diferentes peças que compõem esses últimos capítulos. Eis por que os comentadores têm assumido em relação a eles três posições divergentes:

         - Alguns os consideram uma compilação, uma montagem artificial de trechos diversos quanto aos seus autores e às suas datas; esta explicação supõe que exista certa disparidade entre os poemas do nosso livrinho: com efeito, parece difícil atribuí-los todos a um mesmo autor; mas nem por isso se deve renunciar precipitadamente a descobrir relativa unidade entre os mesmos;

         - Outros pensam que os caps. 56 – 66 ainda provém do Segundo Isaías, retornado do exílio e enfrentando em Jerusalém os problemas da reinstalação na Terra Santa. Mas, por um lado, é pouco provável que o profeta se tenha plagiado a si mesmo, deformando os seus próprios achados (cf. 40,3 e 57,14; 52,12 e 58,8; 49,23 e 60,16; etc.), e por outro lado, as diferenças entre as duas coletâneas são ainda mais importantes que as semelhanças;

         - Outros biblistas, finalmente, acreditam que os onze últimos capítulos do livro de Isaías são em grande parte, senão na totalidade, a obra de um único e mesmo profeta, que se inspira no Segundo Isaías, e que exerce seu ministério em Jerusalém nos dois primeiros decênios subseqüentes ao fim do Exílio.

         A este Terceiro Isaías podem-se atribuir os capítulos 60 – 62, que apresentam grande coerência entre si; não há razão decisiva para recusar-lhe 56,9 – 57,21 nem 58, nem 59, nem 65, nem a maior parte de 66, ainda que estes dois últimos capítulos, intimamente aparentados, sejam por vezes considerados como um conjunto à parte. Os dois poemas que mais se sobressaem são 63,1-6 e 63,7 – 64,11; se talvez não provêm do nosso profeta, pelo menos foram cuidadosamente inseridos na sua obra, e o segundo corresponde bem às preocupações dele. Finalmente, é possível que 66,18-24 seja um apêndice devido a editores e que 56,1-8, quiçá pronunciado após a reconstrução do Templo (520-515), seja em trecho mais tardio que o resto, encaixado no início do livrete em razão dos seus contatos literários como o Segundo Isaias (56,5 lembra 55,13; 56,1 retoma 46,13 e 51,5.6.8).

 

 

         O profeta e o seu ministério. O profeta anônimo parece intervir entre os anos 537 e 520. Um primeiro grupo de exilados voltou, sob a direção do governador Sheshbasar, príncipe de Judá (Ed 1,8-11; 5,14; 1Cr 3,18 gr.). Lançaram-se as fundações do Templo (Ed 5,16), mas muito cedo, em razão das dificuldades internas e externas, interromperam-se os trabalhos; foi preciso contentar-se com restabelecer o altar, para nele recomeçar um culto sumário (Ed 3). Pouco a pouco voltam outras caravanas de exilados, uma delas com Josué, o sumo sacerdote, e Zorobabel, neto de Ioiakin, que sucede a Sheshbasar nas funções de alto comissário delegado pelo poder persa.

         Sob a autoridade desses homens, é uma comunidade heterogênea que, em Jerusalém e ao redor da cidade santa, tem de se reconstituir. Distinguem-se nela quatro elementos:

         1. Os judeus retornados do exílio (Ed 2; Ne 7); entre eles figuram muitos sacerdotes; pertencem na maioria às tribos de Judá, Simeão e Benjamin; devem enfrentar alguma dificuldade para reinstalar-se em territórios abandonados ou espoliados.

         2. Os judeus que haviam permanecido na terra: nas suas fileiras encontram-se seguramente fiéis, mas também idólatras que entendem muito mal o zelo (“ciúme”) religioso dos recém chegados; vários deles devem ter-se instalado em detrimento dos exilados e não estão dispostos a ceder os direitos de propriedade que estes últimos reivindicam. Esta dupla divisão (religiosa e social) aparece em numerosas passagens.

         3. Os estrangeiros: muitos haviam podido estabelecer-se na Judéia durante o Exílio; outros vêm trazer-lhes a sua mão-de-obra (60,10; 61,5); outros acompanham israelitas no momento da volta deles a Sião (cf. 60,9; 66,20). Em que medida esses estrangeiros, cada vez mais numerosos, poderão integrar-se ao povo de Yaohu?

         4. Os judeus que permaneceram na diáspora, os que estão longe (57,19), mas para os quais é preciso manter desimpedido o caminho da volta (57,14; 62,10), os que o ETERNO ainda quer congregar em torno dos privilégios que já reagrupou  (56,8).

         A partir desses diversos elementos, o profeta quer refazer um povo unido e santo. Mas choca-se com quatro dificuldades maiores:

         - uma crise da esperança do povo, provocada pelo retardamento da salvação;

         - uma depravação tenaz: o culto aos ídolos;

         - uma divisão do povo exacerbado pelas circunstâncias: o ódio entre irmãos;

         - um risco agravado pela conjuntura: o menosprezo aos estrangeiros.

         A crise da esperança provém da desilusão que se opera dos repatriados: os muros de Jerusalém continuam arrasados, esperando por... Neemias (445-433); o Templo não saiu do esboço e só será reconstruído – menos belo que antes – entre 520 e 515; as condições de vida são penosas, em razão dos entraves externos (da parte dos samaritanos) e internos (da parte dos que haviam ficado na terra). Tendendo ao desânimo, os fiéis, em meio a tantas provações, dirigem ao ETERNO uma série de recriminações indefinidamente repetidas no tocante ao adiamento da salvação e à aparente inércia do ETERNO. Para calar essas queixas, o Terceiro Isaías por uma parte denuncia o pecado, obstáculo à vinda da salvação, e por outra, reafirma a fidelidade de Yaohu, fonte infalível desta salvação.

         O profeta quer, além disso, converter os idólatras, que buscam apoio nos falsos deuses e se entregam a práticas depravadas, como: sacrificar humanos, prostituição sagrada, uso de animais impuros para o culto (65,4; 66,3.17), necromancia (65,4), veneração de Mélek/Moloc (57,9), ou de outras pretensas divindades como Gad e Meni (65,11). Para desvia-los das suas aberrações, o Terceiro Isaías brande duas ameaças: a impotência dos falsos deuses, incapazes de salvar, e o poder do verdadeiro DEUS –, [QUE, AGORA, CONHECEMOS O SEU NOME PRÓPRIO – YAOHU. “Não deixando nada a desejar as concupiscências da CARNE que pra ídolos mortos dão a todos, nomes próprios...! E, para um Deus único, Criador, Salvador, Eterno, Onipotente, Onisciente, Onipresente, só deram “TÍTULOS” – (Alguns – Nobres), outros, Falsos; Blasfemos; etc. Pára não falar um nome Santíssimo...”. E, como fica a oração que O UNGIDO NOS ENSINOU: Mateus 6,9: Portanto, vós orareis assim:

         Pai nosso, que estais nos céus,

         Santificado seja o “TEU NOME”; .....

         O nome de Deus – YAOHU – Tem que ser santificado e não escondido – usando em vez disso, trocadilhos blasfemos e etc. Se descordam da minha opinião; então por que cada ídolo morto feito pelas mãos de homens têm seu nome Próprio e é venerado como tal??? Yaohu é o NOME DO DEUS VIVO. ANSELMO ESTEVAN.], cujo julgamento é inevitável!

         Os que rompem a aliança com o seu Deus – Yaohu rompem-na automaticamente com os seus irmãos: com efeito, quantas divisões na população judaica! Observam-se ali governantes incapazes que praticam a extorsão (56,8 – 57,1); pessoas que exploram o seu próximo; brutalidades, recusas de ajuda mútua, violações da justiça, exclusões arbitrárias etc. Vigorosamente, o profeta denuncia esses delitos e mostra a incompatibilidade deles com um culto que se quer autêntico (cap. 58 etc.).

         Se com tanta freqüência assim se trata o irmão israelita, como será a conduta para com o hóspede estrangeiro? Em relação aos descendentes de nacionalidade estrangeira, os caps. 56 – 66 do livro de Isaías manifestam posturas diferentes:

         - algumas passagens pedem o aniquilamento das nações que se obstinassem no mal (cf. 63,3-6 e 66,15 – 16,24; mais 69,18c e 60,12, que provavelmente são glosas);

         - outras páginas mostram as nações a serviço de Jerusalém (60,3-11.13-17; 61,5-9; 62,2-8; 66,12);

         - contudo, os problemas mais candentes surgem a propósito da eventual admissão do estrangeiro no grêmio do povo de Yaohu; esses não-judeus temem ser discriminados (56,3), mas os oráculos de Is 56 – 66 lhes abrem belas perspectivas: os filhos de Israel devem não somente assistir a qualquer errante em dificuldade (58,7), mas, além disso, admitir no seu Templo os estrangeiros convertidos (56,3-7) e até talvez considerar a possibilidade de vê-los ascender ao sacerdócio (66,21).

 

 

         O rosto de Yaohu. Ao ouvir formular todas essas exigências divinas, já adivinhamos os traços do rosto de Yaohu esboçado pelo Terceiro Isaías.

         Ele nos lembra de passagem (enquanto o Segundo Isaías sublinhava isto longamente) que o ETERNO é o incomparável (64,3) e o eterno (57,15). Que ele é o criador, o nosso profeta também no-lo repete, porém mais raramente que o seu predecessor: sabe-se que Yaohu fez todos os seres (66,2), acrescenta, sobretudo – e isto é importante – que o ETERNO vai criar céus novos e uma terra nova (66,17; cf. 66,22 – Maranata, é isso que espero meu Yaohu – Anselmo Estevan, 2.010); alhures especifica que Yaohu cria o louvor dos corações convertidos (57,19) e uma nova Jerusalém (65,18).

         Criador de tudo, o ETERNO é o Yaohu de todos. Vimos acima à atitude de acolhimento universal que Yaohu prescreve aos seus em favor dos estrangeiros. Ele inspira ao seu profeta que favoreça o universalismo enfatizando a responsabilidade pessoal: não são todos os filhos de Israel indistintamente que, pelo simples fato de pertencer ao povo escolhido, serão seguramente salvos; entre eles figuram fiéis, mas também ímpios. Se o fato de ser israelita não é garantia de salvação, o fato de ser não-israelita também não barra acesso a ela. Pelo contrário, o ETERNO chama a si todos os povos (56,7; 66,18).

         O congraçamento das nações deve-se fazer graças a Israel, cujos privilégios são mantidos. Aquele que é absolutamente o Santo (57,15) permanece o Santo de Israel (mencionado duas vezes, em 60,9.14). Sem dúvida, Israel-Jacó, enquanto povo, não é mais interpelado nos caps. 56 – 66, ao passo que o fora dezessete vezes no Segundo Isaías; sem dúvida, o termo eleitos figura sempre no plural, para designar os crentes em oposição aos apóstatas, enquanto no singular ele designava o povo eleito, no Segundo Isaías; mas outras expressões lembram as predileções divinas pela posteridade de Jacó e de Judá (65,9), pela nação dirigida por Moisés (63,11 – 12) e que permanece para sempre o povo de Yaohu, sua parte escolhida, seu herdeiro, tendo por capital Jerusalém destinada a tornar-se a metrópole religiosa do mundo.

         Equipando o seu povo para uma missão universal, Yaohu testemunha assim um amor absolutamente fiel (65,16), o do único Pai verdadeiro (63,8.16; 64,17), dotado de atenções profundamente maternais (66,13). Cheio de compaixão (63,9). Chega a perdoar, esquecendo e curando o mal cometido (57,16-18; 64,8). Para salvar, ele resgata, reconforta ou consola e reagrupa, dando a seus amigos a sua glória e o seu esplendor. Fazendo isto, manifesta a sua justiça, isto é, a sua fidelidade absoluta às suas promessas, inquebrantavelmente mantidas a despeito do pecado dos homens. A esses temas já encontrados no Segundo Isaías, o Terceiro acrescenta com insistência o do julgamento de Yaohu, que se exerce fatalmente, em detrimento dos maus (estrangeiros ou mesmo israelitas) e em vantagem dos bons (israelitas ou mesmo estrangeiros). Com efeito, o ETERNO entra em julgamento não somente em favor de Israel, mas com Israel; não somente com Israel, mas com todas a nações do mundo, e a sua sentença universal será decisiva e definitiva (66,16.24).

         Diante desse Deus – Yaohu fiel para amar, poderoso para salvar, infalível para julgar, os homens têm de tomar posiçãopara sua infelicidade se o recusam, para a sua alegria se o acolhem. Seu acolhimento supõe conversão, louvor jubiloso, mas também obediência pressurosa: enquanto o Segundo Isaías só falava uma vez do Temor do ETERNO, o Terceiro Isaías o menciona quatro vezes; outro traço original, que só tem paralelo no livro de Esdras: o profeta convida seus ouvintes a tremer (de zelo) à palavra de Yaohu (66,2-5). Este serviço do ETERNO traz consigo uma boa conduta moral e requer também uma grande fidelidade cultual: no Terceiro Isaías, o Templo é mencionado doze vezes, a montanha santa cinco vezes, e os termos que indicam atos de culto são muito numerosos (o sábado, três vezes; o sacerdócio, o altar, os sacrifícios, os jejuns). É que, segundo o nosso profeta, moral e religião são inseparáveis: seria tão vão pretender amar o próximo sem amor a Yaohu, quanto pretender amar a Yaohu sem amar o próximo.

 

V. O LIVRO DE ISAÍAS NA TRADIÇÃO BÍBLICA

 

Finalmente, o livro de Isaías, com todas as partes que o compõem, entrou no cânon dos livros proféticos como uma única obra. A partir daí, ele inicia uma nova história. Da descoberta, em Qumran, de vários fragmentos e de um rolo inteiro do livro de Isaías (que denominaremos o principal ms. de Qumran), podemos concluir que para os membros da comunidade essênia, que se consideravam o verdadeiro Israel, o resto fiel, Isaías representava todo um programa. Com o texto do principal manuscrito de Qumran, é nos restituído o mais antigo manuscrito bíblico, mais de mil anos anterior ao texto masorético: ele apresenta, em relação a este último, variantes bastante numerosas. O interesse suscitado pelo livro de Isaías nos meios judaicos aparece também na tradução grega chamada a Septuaginta: esta por vezes apresenta um texto tão diferente do texto hebraico que se deve ver nela, mais do que uma tradução, uma adaptação. É, todavia útil à medida que da acesso ao texto hebraico do qual ela surgiu, e tem também o seu interesse como testemunha de uma releitura de Isaías pela comunidade judaica Alexandrina.

         Juntamente com os Salmos, o livro de Isaías é aquele do qual o NT tirou mais citações, sendo algumas delas explícitas, ao passo que outras são reminiscências bem perceptíveis. É sabido que o anúncio do nascimento do Emanuel em 7,14 é retomado em Mt 1,22-23. Segundo os evangelistas, o ensinamento das parábolas tem por efeito endurecer os ouvintes (Mt 13,14; Mc 4,12; cf. Is 6,10). Imagens importantes como as da vinha ou da pedra angular são freqüentes no NT. O culto dos lábios oposto à obediência do coração (Mt 15,8 e Is 29,13), o escurecimento dos astros nos quadros que descrevem os últimos tempos (Mt 24,29 e Is 13,10), os temas do ramo, da cepa e, sobretudo do servo, têm ajudado os leitores cristãos a compreender (Christós): “O UNGIDO”, a partir do livro de Isaías e a se compreender a si mesmo como o POVO DE YAOHU, sempre confrontado com as promessas de renovação e a iminência do juízo. Poder-se-ia também falar do lugar de Isaías na iconografia e na hinologia: os portais das catedrais, as iluminaras dos livros de piedade, o hinário cristão reeditam todos, à sua maneira, o livro de Isaías, tanto é verdade que no decurso da história raramente a revelação foi mais bem expressa e a fé, mais interpelada do que por esta extraordinária testemunha de Yaohu!

 

 

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Comentário de anselmo estevan em 10 junho 2013 às 18:03

REFLITA NISSO GRANDE IRMÃO DE MENTE CAUTERIZADA: JOÃO:

YAOHUSHUA: NOVA VIDA:

- PRESTEM ATENÇÃO, MEUS FILHOS, O NOSSO INSTRUTOR É COMO YAOHU, SEU PAI de quem é Filho, impecável e com a alma destituída de paixões, Yaohu na forma de homem, imaculado, o ministro da vontade de seu Pai, o Verbo - que é Deus-Yaohu, que está no Pai, e que está à direita do Pai e que, tendo a FORMA DE DEUS, É DEUS!

NOVO TESTAMENTO: (PAI CELESTIAL).

- A VONTADE REVELADA DA SALVAÇÃO universal de Yaohu é clara nas ESCRITURAS SAGRADAS "Ele (...) envia a todas as pessoas a sua Palavra e ainda lhes concede o poder, a liberdade e a opção de aceitá-la ou rejeitá-la! ESSE É O NOSSO DEUS-YAOHU QUE TEM NOME...!!!

Ap 22,19; 1Pe 1,11; Hb 1,1; 2Pe 1,21; 2Tm 3,16; 1Co 2,13; Gl 1,11.12; Dt 4,2:

É necessário que haja iluminação do coração e da mente. "A Inspiração que traz REVELAÇÃO escrita aos homens não traz em si mesma garantia alguma de que os homens a entendam (AT)".

"A Revelação, é a explicação (comunicação divina direta), o dom de compreender essa comunicação!". O NT. A Explicação Divina das Revelações do passado AT - NT - "CORAÇÃO", "MENTE". Primeiro nos foi dado a Emoção dos fatos Inspirados por Yaohu - Logo após, pelo Filho, a Compreensão das Emoções Inspiradas que não podiam ser compreendidas, mas sentidas. "Sendo que: Não poderiamos - compreender sem sentir. Obviamente, que, o sentir somente, não seria "perfeito" sem o compreender - o dom de compreender essa comunicação".

Como "Árvores", fomos plantados (na terra que Yaohu nos deu {...}! Yaohushua veio para purificar esta "terra"), e nos livrar das "ERVAS DANINHAS" (...)! Na sua SEGUNDA VINDA, ELE VIRÁ PARA "COLHEITA". AS ÁRVORES QUE DEREM FRUTOS, ESSAS SERÃO COLHIDAS... AS ÁRVORES "INFRUTIFERAS" SERÃO QUEIMADAS "(Tt 1,1 - 3,15)".

POR ISSO É IMPRESCINDÍVEL SABER SEU VERDADEIRO NOME: VEJA EM "TETRAGRAMA A VERDADE SOBRE SEU NOME DESDE A RAIZ...!!!". POIS, QUAL É A NOSSA OBRIGAÇÃO?? A NOSSA OBRIGAÇÃO É A SEGUINTE: "FAÇAM CAMINHOS RETOS PARA SEUS PÉS, PARA QUE O MANCO NÃO SE DESVIE, ANTES SEJA CURADO: HEBREUS 12" ANSELMO.

Comentário de anselmo estevan em 10 junho 2013 às 18:01

REFLITA NISSO GRANDE IRMÃO DE MENTE CAUTERIZADA: JOÃO:

CONHEÇA AS ESCRITURAS SAGRADAS - SEJAS LIBERTO - ARREPENDA-SE...

Tg 2,14-25 FÉ e OBRAS... Am 9,11-12 - RESTAURAÇÃO DE ISRAEL - "PASSADO..."

Hebreus 6,4-8 (Crucificar Yaohushua de NOVO). 2 Timóteo 2,14 (não se envolver em discussões pela "PALAVRA"). Isaías 45,19 (procurar a toa, ESPÍRITISMO...). Jó 34,12 (Nunca pense que Yaohu - Nosso Deus faça o mal v. 10-12...). Ezequiel 43,7 (ídolos sem VIDA!). (2Co 6,16). Romanos 8,2 (Lei). Salmos 90,4 (MIL ANOS IGUAL A UM DIA, NOITE!). Isaías 40,12-26 (Quem mediu os oceanos...?). Isaías 6,1-3 ("engraçado"). 2 Timóteo 3,16 (AT - Inspirado; NT Revelado). Lucas 12,13-21 (LINDO). Rico insensato. 2 Pedro 3,12 (Podemos APRESSAR A VINDA DE CHRISTÓS!!). (At 3,19.20; Mt 6,10; Is 34,4) - BONITO! (2Pe 2,4-10 = PEDRA...). Hebreus 12,15-17: Yaohu pede para tomarmos cuidado com as amarguras. Recompensas eternas dar para receber (Pv 11,24; Lc 6,38; Gl 6,7-9):

Efésios 1,3.6.12 (03 vezes abençoados). Efésios 4,17-18 (VAIDADE). Mateus 5,43-45 (NT = Amar seu "inimigo"; AT = Jz 9,27; Êx 15; Jz 5; Sl 51 - 72; Sl 109,28...): Amaldiçoar seu inimigo. "ESTE FOI UM ENSINAMENTO QUE FOI MUDADO DEVIDO AO ENDURECIMENTO DO CORAÇÃO HUMANO...!!!". Romanos 4,25 (pelos nossos pecados, foi entregue a morte [ELe]; e ressuscitou para nossa justificação). 2 Coríntios 5,18-21 (nossa reconciliação com Yaohu atravéz de Yaohushua - seu Filho - e olha que fomos nós que nos fizemos inimigos dele ...). Jo 1,18 (ninguém pode ver a Yaohu - Êx 24,9-11; 33,20. Viram a Yaohu em uma forma PRÉ-ASSUMIDA). Provérbios 24,29 (não digas farei com ele o que ele fez comigo; ele pagará pelo que fez.). Hebreus 12,5 - 13 (disciplina de Yaohu - filhos legítimos). Hebreus 12,14 - 29 = ADVERTÊNCIAS a Rejeição de Yaohu!! Eclesiastes = função do PREGADOR! Gn 2,19 (os animais também foram formados da terra).

Comentário de anselmo estevan em 10 junho 2013 às 17:59

REFLITA NISSO GRANDE IRMÃO DE MENTE CAUTERIZADA JOÃO:

CORAÇÃO DISTANTE:

A natureza do coração distante de Yahuh: Quando Adão e Eva deram ouvidos à tentação da serpente para que comessem da árvore do conhecimento do bem e do mal sua decisão afetou horrivelmente o CORAÇÃO humano, o qual ficou repleto de maldade.

Um coração entregue à prática da iniquidade corre o grave risco de tornar-se endurecido. Quem se recusa continuamente a ouvir a Palavra de Yahuh e a obedecer ao que Yahuh ordena e, em vez disso, segue os desejos pecaminosos do seu CORAÇÃO, verá que depois Yahuh endurecerá seu coração de tal modo que se tornará insensível para com a Palavra de Yahuh e os apelos do Rúkha hol - RODSHUA.

Todo aquele que persistir na rejeição da Palavra de Yahuh, terá por fim um coração endurecido! Jr 17,9; Mc 7,21.22; Mt 5,21.22; Mt 5,27.28; Êx 20,14; 2Ts 2,11.12; Hb 3,8-12.

2Rs 11,1-9 (v. 5) serviço no sábado os guardas...? Mt 12,35 O HOMEM BOM DO SEU BOM TESOURO TIRA COISAS BOAS! CONTRÁRIO DO MAL HOMEM...

Yahuhshua, virá para (os salvos); pois a eles que Ele chamou para serem testemunhas de Christós e da sua salvação. (Todos que receberam o Rúkha hol - RODSHUA de Yahuh. Mt 28,18-20; At 1,8; Mt 5,13-16).

1 Coríntios 15,22-26 (1ª Ressucitou Christós Yaohushua, depois, na sua 2ª Vinda - ressuscitou os que são de Christós... E o "último inimigo" a ser vencido: A MORTE.).

Gn 12,6-7 e Dt 9,4 (Dt 5: Os povos foram expulsos das suas terras, "devido as suas maldades...! E os povos de Yaohu, não podiam viver junto dos maus...").

Josué cap. 7 - O castigo de Acã. (Sem o temor do YHWH, o povo fracassava...!).

O tempo em que vivemos é marcado por uma atitude de autopromoção: As pessoas são conduzidas a pensar a agir como se fosse o centro do universo. Frequentemente nossa comunicação utiliza os seguintes termos: "Eu fiz", eu "sou", "eu posso", "meu dinheiro", "meu trabalho", "minha conquista pessoal", "fruto do meu esforço", etc. Lembre-se deste princípio: Yahuh continua interessado em ser o agente através do qual você alcançará exito em todas as areas de sua vida! Mude seu jeito de falar: "Se for da vontade de Yahuh... eu...!".

Amós 4,4-8 e ss. (O Deus Yaohu manda sacrificios... e mesmo assim, o seu povo não o procura...).

O Deus verdadeiro e o deus falço - lição: 1Rs 18,20 - 40!

Romanos 1,18-20 ("Ninguém - nem mesmo quem nunca tenha ouvido falar na Bíblia nem de Christós, - tem desculpas para não ter Deus na mais alta conta, pois todo o universo criado o REVELA!!").

Comentário de anselmo estevan em 10 junho 2013 às 17:56

VIU IRMÃO DE MENTE CAUTERIZADA! VOCÊ ESTÁ SIM FALANDO MAL DAS ESCRITURAS SIM:

Comentário de anselmo estevan em 10 junho 2013 às 17:55

"Escrituras Sagradas" e a "Bíblia".

Caros leitores, quero colocar algo que acho interessante sobre: “As Escrituras Sagradas” e a “Bíblia como a conhecemos hoje!”. Bem, o AT faz parte do povo judeu e foi feito para ele (mas todos nós devemos observá-los para não cometer os “erros” do passado...! Sendo desta forma, o At já existia em rolos, pergaminhos etc. bem antes da compilação do NT, que quando começou a existir o NT era também em “rolos”... mais ou menos isso!). Vamos lá.:

        - Cânon (Gr. Kanôn vara de medida, padrão, barra, regra). O termo se acha em Gl 6,16 para “regra”, e, no 2º século, a expressão “regra de fé” (Lat. Regula fidei) veio a indicar o padrão de verdade revelada, os artigos básicos da fé que constituem a confissão cristã essencial.

        As palavras cânon e canônico que já tinham sido empregadas por Orígenes (c. de 185 – c. de 254) entraram em uso geral no século IV com o sentido técnico dos livros que eram recebidos pela igreja como regra da fé cristã. O último dos livros que pertencia ao cânon do AT foi escrito vários séculos a.C., mas, para judeus piedosos, a questão do cânon foi encerrada cerca do fim do 1º século d.C. Muitos estudiosos acreditam que no Sínodo de Jâmnia (c. de 100 d.C.), uma cidade que tinha sido sede do grande Sinédrio desde a destruição de Jerusalém em 70 d.C., o conteúdo do AT foi discutido e, como sugere o – Mixná, o alcance do cânon foi finalmente definido. Outros estudiosos, no entanto levantam a questão quanto à existência real de tal sínodo. O núcleo do cânon do NT (os Quatro Evangelhos e as 13 Epístolas de Paulo) veio a ser aceita na igreja c. de 130. Em certos lugares, no entanto, ainda persistiam dúvidas quanto a certos livros, especialmente Hebreus, Judas, 2 e 3 João e Apocalipse, enquanto certos relatos e coletâneas de livros incluíam a Epístola de Barnabé e o Pastor de Hermas (Pais Apostólicos). A Carta Pascal de Atanásio em 367 é o testemunho exato mais antigo do cânon conforme o temos hoje. O cânon foi reconhecido por sínodos em Hipona e Cartago em fins do 4º século. Não houve, porém, nenhum concílio geral da igreja primitiva que autorizou o cânon. (v. NDB, I pp. 246-261.).

        Dessa forma – se formou a Bíblia que temos hoje em dia! Claro que houve alterações de textos, parágrafos, etc. dos “rolos, papiros” para a “impressão em livros – formando a Bíblia...!”.

        O Papiro: Até aproximadamente o ano 3000 a.C., escrevia-se sobre tijolos de barro, peles de animais, folhas de certas plantas, cascas preparadas, etc. Difícil e custoso, como bem se pode imaginar.

        Naquele momento, um homem industrioso reparou uma plante que vicejava nativa e esplendidamente às margens do Rio Nilo. Era o papiro (do grego: pápyros, Cyperus papyrus). O papiro é uma ciperácea [família de plantas monocolitedôneas do porte das gramíneas, mas de caule cheio e sem nós: junca, carriço, junco] cultivada no Egito ao longo do Nilo, e cujas hastes são formadas de folhas sobrepostas, que os antigos egípcios separavam uma das outras, servindo-se delas para escrever, depois de convenientemente preparadas. Folha de papel feita com papiro. Manuscrito feito de papiro.

        O papiro é uma grande e bela planta, cuja haste nua, de 2 a 4 metros de altura, da seção triangular até sua parte superior, cheia de uma medula muito semelhante à do sabugueiro, tem no alto uma umbela de forma elegante. Esta espécie crescia, antigamente, nas margens do Nilo, e parece ter quase desaparecido daquela região; encontra-se ainda na Calábria e na Sicília.

        A parte inferior e carnosa da haste fornecia aos egípcios um alimento utilizado pelos pobres. As hastes compridas e flexíveis, serviam para o fabrico de objetos diversos. Mas o principal uso da planta era o fabrico de uma espécie de “papel”. A região exterior da haste compreende diversas películas concêntricas e muito leves; separavam-nas, cortando-as em fitas de 20 a 30 centímetros de comprimento por 5 a 6 de largura, e depois colava-se até a borda no sentido longitudinal, um certo número dessas fitas, de forma que fizessem uma folha. Colavam-se diversas folhas umas sobre as outras assim preparadas, cruzando as fibras das películas sucessivas para dar maior solidez ao conjunto. Quando se tinha obtido a espessura desejada, polia-se o papel e esfregava-se com óleo de cedro, destinado a torna-lo incorruptível.

        O papiro grosseiro ou leneótico (= de aparência lanosa) era fabricado com as películas mais exteriores; o papiro sagrado ou hierático (= sagrado), mais fino, obtinha-se com as películas interiores.

        Escrevia-se com tinta indelével, feita de fuligem. Servia de caneta um talo de junco e, mais tarde, penas preparadas com fibras de bambu.

        O preparo do papiro atingiu uma técnica elevada. Havia vários tipos de papiro. Os gregos e romanos distinguiram os seguintes: o hierático ou sagrado, destinado aos documentos religiosos; o emporético, usado no comércio comum, e certa variedade mais ou menos para o luxo social, um requinte surgido muito mais tarde que as duas primeiras, e chamado liviano, em homenagem a Lívia, esposa do imperador Augusto. Foi da palavra papiro que surgiu a palavra papel (do grego papyrus, do latim papyrum, do baixo latim: papillum), papier, em francês; paper, em inglês; Papier, em alemão (pronuncia-se papir, e com P maiúsculo).

        A idéia de fabricar uma matéria própria para receber e fixar a escrita, remonta a épocas remotas. Os egípcios empregavam para esse fim uma espécie de cana e que chamavam papiro, de onde vem o nome papel. Além do papiro egípcio, os romanos se serviam do líber (que deu origem à palavra “livro”) de diferentes árvores, tais como o mogno, o plátano e a tília.

        Todavia, a idéia de formar uma folha mole e polida pela simples feltragem de fibras vegetais pertence aos chineses. Em 128 a.C., Tsai Lun, ministro da agricultura, recomendava a amoreira e o bambu para esse fabrico. Em 751, prisioneiros chineses, conduzidos a Samarkand, introduziram a sua indústria nesta cidade. Em 794, foi fundada outra fábrica em Bagdá e depois em Damasco. Os árabes espalharam os novos processos no norte da África, depois na Espanha, onde se encontra uma fábrica, em 1154 em Jativa. O papel árabe era feito de trapos (principalmente de linho), triturado entre duas mós. Da África e da Espanha a indústria do papel espalhou-se pela Itália e França. O fabrico do papel tomou grande desenvolvimento, na Europa, com o aperfeiçoamento da imprensa.

        E, essa imprensa... , é o que por “homens...” houve “mudanças nas Escrituras Sagradas”. E, o que temos hoje em dia a “Bíblia” – o Cânon! Anselmo Estevan.

Comentário de anselmo estevan em 10 junho 2013 às 17:52

Estudo de Palavra da Bíblia

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Concordância | RAStr

Almeida Revista e Atualizada, com números de Strong

cheio o coração (4)

Mat 12:34

Raça de víboras, como podeis falar coisas boas, sendo maus? Porque a boca fala do que está cheio o coração.

G4051, G2588

Luc 6:45

O homem bom do bom tesouro do coração tira o bem, e o mau do mau tesouro tira o mal; porque a boca fala do que está cheio o coração.

G4051, G2588

Estudo de Palavra da Bíblia

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Almeida Revista e Atualizada, com números de Strong

Não julgueis (6), não me julguei (1), Não nos julguemos (1)

Mat 7:1

Não julgueis, para que não sejais julgados.

G3361, G2919

Luc 6:37

Não julgueis e não sereis julgados; não condeneis e não sereis condenados; perdoai e sereis perdoados;

G3361, G2919

Luc 7:7

Por isso, eu mesmo não me julguei digno de ir ter contigo; porém manda com uma palavra, e o meu rapaz será curado.

G3761

João 7:24

Não julgueis segundo a aparência, e sim pela reta justiça.

G3361, G2919

Rom 14:13

Não nos julguemos mais uns aos outros; pelo contrário, tomai o propósito de não pordes tropeço ou escândalo ao vosso irmão.

G2919

59

Confissão da maldade nacional

1 Eis que a mão do Senhor não está encolhida, para que não possa salvar; a  nem surdo o seu ouvido, para não poder ouvir. b

2 Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que vos não ouça.

3 Porque as vossas mãos estão contaminadas de sangue, c  e os vossos dedos, de iniqüidade; os vossos lábios falam mentiras, e a vossa língua profere maldade.

4 Ninguém há que clame pela justiça, ninguém que compareça em juízo pela verdade; confiam no que é nulo d  e andam falando mentiras; concebem o mal e dão à luz a iniqüidade.

5 Chocam ovos de áspide e tecem teias de aranha; e  o que comer os ovos dela morrerá; se um dos ovos é pisado, sai-lhe uma víbora.

6 As suas teias não se prestam para vestes, os homens não poderão cobrir-se com o que eles fazem, as obras deles são obras de iniqüidade, obra de violência há nas suas mãos.

7 Os seus pés correm para o mal, são velozes para derramar o sangue inocente; os seus pensamentos são pensamentos de iniqüidade; nos seus caminhos há desolação e abatimento. f

8 Desconhecem o caminho da paz, nem há justiça nos seus passos; fizeram para si veredas tortuosas; quem anda por elas não conhece a paz. g

9 Por isso, está longe de nós o juízo, e a justiça não nos alcança; esperamos pela luz, e eis que há só trevas; pelo resplendor, mas andamos na escuridão. h

10 Apalpamos as paredes como cegos, sim, como os que não têm olhos, andamos apalpando; tropeçamos ao meio-dia como nas trevas e entre os robustos somos como mortos.

11 Todos nós bramamos como ursos e gememos como pombas; i  esperamos o juízo, e não o há; a salvação, e ela está longe de nós.

12 Porque as nossas transgressões se multiplicam perante ti, e os nossos pecados testificam contra nós; porque as nossas transgressões estão conosco, e conhecemos as nossas iniqüidades,

13 como o prevaricar, o mentir contra o Senhor, o retirarmo-nos do nosso Deus, o pregar opressão e rebeldia, o conceber e proferir do coração palavras de falsidade.

14 Pelo que o direito se retirou, e a justiça se pôs de longe; porque a verdade anda tropeçando pelas praças, e a retidão não pode entrar.

15 Sim, a verdade sumiu, e quem se desvia do mal é tratado como presa. O Senhor viu isso e desaprovou o não haver justiça.

16 Viu que não havia ajudador algum e maravilhou-se de que não houvesse um intercessor; pelo que o seu próprio braço lhe trouxe a salvação, e a sua própria justiça o susteve. j

17 Vestiu-se de justiça, como de uma couraça, e pôs o capacete l  da salvação na cabeça; pôs sobre si a vestidura da vingança e se cobriu de zelo, como de um manto.

18 Segundo as obras deles, assim retribuirá; furor aos seus adversários e o devido aos seus inimigos; às terras do mar, dar-lhes-á a paga.

19 Temerão, pois, o nome do Senhor desde o poente e a sua glória, desde o nascente do sol; pois virá como torrente impetuosa, impelida pelo Espírito do Senhor.

20 Virá o Redentor a Sião e aos de Jacó m  que se converterem, diz o Senhor.

21 Quanto a mim, esta é a minha aliança com eles, diz o Senhor: o meu Espírito, que está sobre ti, e as minhas palavras, que pus na tua boca, não se apartarão dela, nem da de teus filhos, nem da dos filhos de teus filhos, não se apartarão desde agora e para todo o sempre, diz o Senhor. n

[1]



a a 59.1 A mão do Senhor... possa salvar: Ver Is 50.2, n.

b b 59.1 Nem surdo... não poder ouvir: Ver Is 42.18, n.

c c 59.3 Cf. Is 1.15.

d d 59.4 Nulo: Outra tradução possível: mentira. Pode ser uma referência aos falsos deuses. Cf. 1Sm 12.21; Is 41.29.

e e 59.5 Chocam ovos de áspide: Esta metáfora denuncia uma forma de proceder cheia de malignidade (Sl 58.4-5). As teias de aranha fazem pensar em algo fugaz e com falta de consistência (Jó 8.14-15).

f f 59.7 Cf. Pv 1.16.

g g 59.7-8 Cf. Rm 3.15-17.

h h 59.9 O pecado não só coloca uma barreira entre o homem e Deus (cf. v. 2), mas também retarda a chegada da salvação.

i i 59.11 O gemer das pombas sugere a idéia de uma grande aflição (cf. Is 38.14; Na 2.7).

j j 59.16 Cf. Is 63.5.

l l 59.17 Ef 6.17; 1Ts 5.8.

m m 59.20 Citado em Rm 11.26.

n n 59.21 A respeito desta aliança que será para todo o sempre, ver Jr 31.31, nota c.

[1]Sociedade Bíblica do Brasil: Bíblia De Estudo Almeida Revista E Atualizada. Sociedade Bíblica do Brasil, 1999; 2005, S. Is 59:21

Comentário de anselmo estevan em 10 junho 2013 às 17:50

ISTO EU LHE DIGO NESSA E NA OUTRA VIDA: EU PREGO SIM COM TODA CERTEZA O ANTIGO TESTAMENTO SIM! MAS NÃO PREGO PARA FAZEREM AS SUAS OBRAS! MAS AS MOSTRO EM REFERÊNCIA A ISTO SOMENTE:

ROMANOS:

15
A imitação a Cristo. A simpatia e o altruísmo
1 Ora, nós que somos fortes devemos suportar as debilidades dos fracos e não agradar-nos a nós mesmos.
2 Portanto, cada um de nós agrade ao próximo no que é bom para edificação. a
3 Porque também Cristo não se agradou a si mesmo; antes, como está escrito:
 As injúrias dos que te ultrajavam caíram sobre mim. b
4 Pois tudo quanto, outrora, foi escrito para o nosso ensino c  foi escrito, a fim de que, pela paciência e pela consolação das Escrituras, tenhamos esperança.
5 Ora, o Deus da paciência e da consolação vos conceda o mesmo sentir de uns para com os outros, segundo Cristo Jesus,
6 para que concordemente e a uma voz glorifiqueis ao Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo.

a a 15.2 1Co 10.24,33.
b b 15.3 Sl 69.9.
c c 15.4 1Co 10.11.
Sociedade Bíblica do Brasil: Bíblia De Estudo Almeida Revista E Atualizada. Sociedade Bíblica do Brasil, 1999; 2005, S. Rm 15:6
VAMOS REVER A REFERÊNCIA DE ROMANOS 15,4 À 1 CORÍNTIOS 10,11:
10
Exemplos da história de Israel a
1 Ora, irmãos, não quero que ignoreis que nossos pais estiveram todos sob a nuvem, e todos passaram pelo mar, b
2 tendo sido todos batizados, assim na nuvem como no mar, com respeito a Moisés.
3 Todos eles comeram de um só manjar espiritual c
4 e beberam da mesma fonte espiritual; d  porque bebiam de uma pedra espiritual que os seguia. E a pedra era Cristo. e
5 Entretanto, Deus não se agradou da maioria deles, razão por que ficaram prostrados no deserto. f
6 Ora, estas coisas se tornaram exemplos para nós, a fim de que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçaram. g
7 Não vos façais, pois, idólatras, como alguns deles; porquanto está escrito:
 O povo assentou-se para comer e beber e levantou-se para divertir-se. h
8 E não pratiquemos imoralidade, como alguns deles o fizeram, e caíram, num só dia, vinte e três mil. i
9 Não ponhamos o Senhor j  à prova, como alguns deles já fizeram e pereceram pelas mordeduras das serpentes. l
10 Nem murmureis, como alguns deles murmuraram e foram destruídos pelo exterminador. m
11 Estas coisas lhes sobrevieram como exemplos e foram escritas para advertência nossa, n  de nós outros sobre quem os fins dos séculos têm chegado.
12 Aquele, pois, que pensa estar em pé veja que não caia.
13 Não vos sobreveio tentação que não fosse humana; mas Deus é fiel o  e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, p  vos proverá livramento, de sorte que a possais suportar.

a a 10.1-13 Paulo cita o exemplo dos israelitas do tempo do êxodo, os quais, apesar de terem sido os beneficiários das grandes ações de Deus, não corresponderam a isso com uma conduta que lhe fosse agradável.
b b 10.1-2 Estar sob a nuvem (Êx 13.21-22; 14.19) e passar pelo mar Vermelho (Êx 14.22-29) representam uma espécie de batismo que unia os israelitas com Moisés, do mesmo modo que o cristão expressa a sua união com Cristo no batismo (Rm 6.3; 1Co 12.13; Gl 3.27).
c c 10.3 Espiritual: Ou sobrenatural (aqui e no v. 4). Aqui, é comparado o maná (Êx 16.4,35; Jo 6.31-32) com o pão da Ceia do Senhor.
d d 10.4 A água da pedra (Êx 17.6; Nm 20.8-11) é comparada com o vinho da Ceia do Senhor.
e e 10.4 Uma tradição judaica do tempo do NT indicava que a rocha de Êx 17.6 e a de Nm 20.8 eram a mesma e sustentava que essa rocha seguia os israelitas nas suas viagens pelo deserto.
f f 10.5 Nm 14.16,29-30.
g g 10.6 Nm 11.4,34.
h h 10.7 Êx 32.6.
i i 10.8 Nm 25.1-18.
j j 10.9 O Senhor: Outros manuscritos dizem: Cristo, e outros: Deus.
l l 10.9 Nm 21.5-6.
m m 10.10 Nm 16.41-49.
n n 10.11 Rm 15.4.
o o 10.13 Mas Deus é fiel: Isto é, podeis confiar em Deus: Cf. Dt 7.9; 1Pe 4.19.
p p 10.13 Tentação: Ou prova: Cf. Tg 1.2-4,12.
Sociedade Bíblica do Brasil: Bíblia De Estudo Almeida Revista E Atualizada. Sociedade Bíblica do Brasil, 1999; 2005, S. 1Co 10:13
ENTENDEU??????????????????? FAÇA UM POUCO DE FORÇA OK! POIS NESSA VIDA AINDA LHE RESTA ESPERANÇA DE SALVAÇÃO! SE CONTINUAR ASSIM, NA OUTRA NÃO VAI TER PERDÃO OU OUTRO SACRIFÍCIO PARA TI JOÃO JOAQUIM MARTINS. OK!
Comentário de anselmo estevan em 10 junho 2013 às 17:44

NESSA VIDA IRMÃO JOÃO JOAQUIM MARTINS, VOCÊ PODE O QUE QUERES..... MAS NA OUTRA CUIDADO. POIS TUDO O QUE ESTÁS FAZENDO CONTRA A PALAVRA DE DEUS YAHVEH TERÁS SIM QUE DAR CONTAS OK! SE ESTIVER CERTO OK! SE ESTIVER ERRADO.....???? VOCÊ VAI DISPUTAR SEU DIREITO DE SALVAÇÃO COM DEUS???? VIA DIZER QUE ELE ERROU NO ANTIGO TESTAMENTO? E VOCÊ SÓ VOCÊ RECEBEU A ORDEM DO ESPÍRITO PARA TAL E PREGAR DO SEU JEITO DISTORCIDO????? CUIDADO:

4
A apostasia nos últimos tempos
1 Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios, a
2 pela hipocrisia dos que falam mentiras e que têm cauterizada a própria consciência, b
3 que proíbem o casamento e exigem abstinência de alimentos que Deus criou para serem recebidos, com ações de graças, pelos fiéis e por quantos conhecem plenamente a verdade; c
4 pois tudo que Deus criou é bom, d  e, recebido com ações de graças, nada é recusável,
5 porque, pela palavra de Deus e pela oração, é santificado. e

a a 4.1 Tg 3.15; 1Jo 4.1; 2Jo 7.
b b 4.2 Cauterizada: Naquela época, era costume marcar os criminosos e os escravos fugitivos com um ferro em brasa. Alguns donos punham nos seus escravos a sua própria marca. Por outro lado, pode aludir-se à insensibilidade que produz a cicatriz de uma queimadura.
c c 4.3 Cf. Gn 9.3.
d d 4.4 Gn 1.31.
e e 4.4-5 Tt 1.15; cf. Mc 7.15-19; Rm 14.6,14. Palavra de Deus: Pode referir-se à palavra divina que criou todas as coisas (Gn 1) ou, possivelmente, ao uso de expressões bíblicas, como a de Sl 24.1, na bênção pronunciada antes de comer; ver Mt 14.19, n. e cf. 1Co 10.25-26.
Sociedade Bíblica do Brasil: Bíblia De Estudo Almeida Revista E Atualizada. Sociedade Bíblica do Brasil, 1999; 2005, S. 1Tm 4:5
Comentário de anselmo estevan em 10 junho 2013 às 17:40
Estudo Biblico Deus Evangélica Gospel

ESTUDO BIBLICO

Estudo Biblico Deus Evangélica Gospel

Deus

Deus revelou-se por suas ações. A própria criação mostra a grandeza e a magnificência de Deus. Nosso sol é um dos 100 bilhões de estrelas em nossa galáxia da Via Láctea. Há cerca de 100 bilhões de galáxias, de acordo com as estimativas recentes. Nossa galáxia tem a largura de cerca de 100 mil anos-luz. Um ano-luz mede cerca de 9 trilhões de quilômetros Leia mais
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É Tempo de Se Ter Coragem!

É sobre o espírito de coragem que Deus nos garante a Sua presença poderosa! Pois o Espírito que Deus nos deu não nos torna medrosos; pelo contrário, o Espírito nos enche de poder e de amor e nos torna prudentes. Deus não depende da sua falta de recursos, instrução ou dos cursos que você poderia fazer. Ele depende da sua coragem para obedecê-lo! Quando você obedece a Deus Leia mais
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A Língua Mata?

É incrível a capacidade da língua, pois, permite a fala e conseqüentemente a comunicação. Entretanto, a língua também possui peçonhas mortais, capaz de levar todo o corpo ao abismo eterno porquanto disse São Tiago - 'A língua está cheia de peçonha e os homens não podem dominá-la' (Tiago 3.8), diante destes fatos, eu chamo a sua atenção para esta tão grande verdade o qual Leia mais
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Sexta-feira Santa

No primeiro dia dos pães asmos, vieram os discípulos a Jesus e lhe perguntaram: onde queres que te façamos os preparativos para comeres a páscoa? Mateus 26: 17. Todas as vezes que ouço falar de sexta-feira Santa, começo a me lembrar do sacrifício de Jesus no Calvário. A começar pela visão de Isaías no capitulo 53.1-12, podemos observar os sofrimentos que o Senhor ... Leia mais
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Fornalha da Aflição

Em nenhum lugar a bíblia ensina que os cristãos são isentos de tribulações e dos desastres naturais que sobrevêm ao mundo. O Apóstolo Paulo podia escrever: “Transbordo de gozo em todas as nossas tribulações” (2 Co 7.4). Paulo era um homem que sabia o que era sofrimento. (2 Co 11.25) um homem capaz de cantar em situações adversas (Atos 16.25). Um homem capaz de ... Leia mais
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É verdade que uma vez salvo, salvo para sempre?

Se fosse impossível perder-se depois de ter sido salvo, então todas as advertências da Bíblia sobre a possibilidade de se perder a própria salvação seriam desnecessárias. De fato, não haveria necessidade de se preocupar com a tentação, resistir ao diabo ou estar vigilante para o retorno do Senhor. Deus não desperdiça palavras; quando adverte, é porque o perigo é real ... Leia mais
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A Escolha Que Vem de Deus

Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça, a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai ele vos conceda. João (15 v 16). O Senhor Jesus deixa claro para seus discípulos, que eles não estão diante da presença do mestre por acaso ou por suas próprias vontades, na verdade antes que eles conhecessem Leia mais
Comentário de anselmo estevan em 10 junho 2013 às 17:35

João 16:1-33

O IRMÃO ESTEVAN É UM HOMEM LETRADO NAS ESCRITURAS, MAS TEM QUE SE ESFORÇAR UM POUQUINHO MAIS PARA COMPREENDER O ESPÍRITO SANTO DA VERDADE, POR ENQUANTO ESTÁ AINDA NO PAI DA MENTIRA. Por que não entendeis a minha linguagem? Por não poderdes ouvir a minha palavra.
Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira.
João 8:43-44

 

VAMOS REVER ALGUMAS DE SUAS PALAVRAS:

 

Comentário de Joao Joaquim Martins 17 horas atrás

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Porque a sabedoria deste mundo é loucura diante de Deus; pois está escrito: Ele apanha os sábios na sua própria astúcia.1 Coríntios 3:19

Mas nós pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus, e loucura para os gregos.1 Coríntios 1:23;

Porque a loucura de Deus é mais sábia do que os homens; e a fraqueza de Deus é mais forte do que os homens.1 Coríntios 1:25

O IRMÃO ESTEVAN - O TEU PROBLEMA - É QUE VOCÊ JÁ CONDENOU MOISÉS PARA INOCENTAR O DIABO, E AGORA QUER FAZER O MESMO COM JESUS CRISTO, A PALAVRA VIVA DE DEUS, O VERBO QUE SE FEZ CARNE E HABITOU ENTRE NÓS; A PESSOA VISÍVEL DO DEUS PAI INVISÍVEL. NÃO ENTENDE O QUE FOI DITO?

E saiu da nuvem uma voz que dizia: Este é o meu amado Filho; a ele ouvi.Lucas 9:35

Tendo ele, pois, ainda um seu filho amado, enviou-o também a estes por derradeiro, dizendo: Ao menos terão respeito ao meu filho.Marcos 12:6

E desceu uma nuvem que os cobriu com a sua sombra, e saiu da nuvem uma voz que dizia: Este é o meu filho amado; a ele ouvi.Marcos 9:7

E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.Mateus 3:17

E ouviu-se uma voz dos céus, que dizia: Tu és o meu Filho amado em quem me comprazo.Marcos 1:11

E, estando ele ainda a falar, eis que uma nuvem luminosa os cobriu. E da nuvem saiu uma voz que dizia: Este é o meu amado Filho, em quem me comprazo; escutai-o.Mateus 17:5

O IRMÃO ESTEVAN - NÃO RESPEITA O FILHO - COMO PODE RESPEITAR O PAI?

VOCÊ VAI DIZER EM QUE EU DESRESPEITO?

VOCÊ DESRESPEITA O PAI E O FILHO SEMPRE QUE VOCÊ PREGA O ANTIGO TESTAMENTO. PORQUE O ANTIGO TESTAMENTO, COM EXCEÇÃO DO QUE JESUS CRISTO, RATIFICOU, E ESTÁ EM MATEUS CAPÍTULO CINCO, O RESTO ESTÁ TUDO ABOLIDO.

Mas os seus sentidos foram endurecidos; porque até hoje o mesmo véu está por levantar na lição do velho testamento, o qual foi por Cristo abolido;2 Coríntios 3:14

Mas temo que, assim como a serpente enganou Eva com a sua astúcia, assim também sejam de alguma sorte corrompidos os vossos sentidos, e se apartem da simplicidade que há em Cristo.2 Coríntios 11:3

PORTANTO, FAÇA COMO O PRIMEIRO MÁRTIR FEZ - SEGUE A JESUS CRISTO INCONDICIONALMENTE. GRAÇA E PAZ, MEU MANO EM CRISTO JESUS.

INFELIZMENTE ESSE É UM IRMÃO QUE ACHA ESTAR EVANGELIZANDO???? E ME ATACA COM SUAS FALAS ACHANDO QUE O ANTIGO TESTAMENTO NADA É.... BEM, VAMOS VER SE MEUS ESTUDOS SÃO TUDO ISSO QUE ELE FALA...?????

 

DEIXA EU LHE DIZER UMA COISA:

 

Estudo de Palavra da Bíblia

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Concordância | RAStr

Almeida Revista e Atualizada, com números de Strong

cheio o coração (4)

Mat 12:34

Raça de víboras, como podeis falar coisas boas, sendo maus? Porque a boca fala do que está cheio o coração.

G4051, G2588

Luc 6:45

O homem bom do bom tesouro do coração tira o bem, e o mau do mau tesouro tira o mal; porque a boca fala do que está cheio o coração.

G4051, G2588

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Concordância | RAStr

Almeida Revista e Atualizada, com números de Strong

Não julgueis (6), não me julguei (1), Não nos julguemos (1)

Mat 7:1

Não julgueis, para que não sejais julgados.

G3361, G2919

Luc 6:37

Não julgueis e não sereis julgados; não condeneis e não sereis condenados; perdoai e sereis perdoados;

G3361, G2919

Luc 7:7

Por isso, eu mesmo não me julguei digno de ir ter contigo; porém manda com uma palavra, e o meu rapaz será curado.

G3761

João 7:24

Não julgueis segundo a aparência, e sim pela reta justiça.

G3361, G2919

Rom 14:13

Não nos julguemos mais uns aos outros; pelo contrário, tomai o propósito de não pordes tropeço ou escândalo ao vosso irmão.

G2919

59

Confissão da maldade nacional

1 Eis que a mão do Senhor não está encolhida, para que não possa salvar; a  nem surdo o seu ouvido, para não poder ouvir. b

2 Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que vos não ouça.

3 Porque as vossas mãos estão contaminadas de sangue, c  e os vossos dedos, de iniqüidade; os vossos lábios falam mentiras, e a vossa língua profere maldade.

4 Ninguém há que clame pela justiça, ninguém que compareça em juízo pela verdade; confiam no que é nulo d  e andam falando mentiras; concebem o mal e dão à luz a iniqüidade.

5 Chocam ovos de áspide e tecem teias de aranha; e  o que comer os ovos dela morrerá; se um dos ovos é pisado, sai-lhe uma víbora.

6 As suas teias não se prestam para vestes, os homens não poderão cobrir-se com o que eles fazem, as obras deles são obras de iniqüidade, obra de violência há nas suas mãos.

7 Os seus pés correm para o mal, são velozes para derramar o sangue inocente; os seus pensamentos são pensamentos de iniqüidade; nos seus caminhos há desolação e abatimento. f

8 Desconhecem o caminho da paz, nem há justiça nos seus passos; fizeram para si veredas tortuosas; quem anda por elas não conhece a paz. g

9 Por isso, está longe de nós o juízo, e a justiça não nos alcança; esperamos pela luz, e eis que há só trevas; pelo resplendor, mas andamos na escuridão. h

10 Apalpamos as paredes como cegos, sim, como os que não têm olhos, andamos apalpando; tropeçamos ao meio-dia como nas trevas e entre os robustos somos como mortos.

11 Todos nós bramamos como ursos e gememos como pombas; i  esperamos o juízo, e não o há; a salvação, e ela está longe de nós.

12 Porque as nossas transgressões se multiplicam perante ti, e os nossos pecados testificam contra nós; porque as nossas transgressões estão conosco, e conhecemos as nossas iniqüidades,

13 como o prevaricar, o mentir contra o Senhor, o retirarmo-nos do nosso Deus, o pregar opressão e rebeldia, o conceber e proferir do coração palavras de falsidade.

14 Pelo que o direito se retirou, e a justiça se pôs de longe; porque a verdade anda tropeçando pelas praças, e a retidão não pode entrar.

15 Sim, a verdade sumiu, e quem se desvia do mal é tratado como presa. O Senhor viu isso e desaprovou o não haver justiça.

16 Viu que não havia ajudador algum e maravilhou-se de que não houvesse um intercessor; pelo que o seu próprio braço lhe trouxe a salvação, e a sua própria justiça o susteve. j

17 Vestiu-se de justiça, como de uma couraça, e pôs o capacete l  da salvação na cabeça; pôs sobre si a vestidura da vingança e se cobriu de zelo, como de um manto.

18 Segundo as obras deles, assim retribuirá; furor aos seus adversários e o devido aos seus inimigos; às terras do mar, dar-lhes-á a paga.

19 Temerão, pois, o nome do Senhor desde o poente e a sua glória, desde o nascente do sol; pois virá como torrente impetuosa, impelida pelo Espírito do Senhor.

20 Virá o Redentor a Sião e aos de Jacó m  que se converterem, diz o Senhor.

21 Quanto a mim, esta é a minha aliança com eles, diz o Senhor: o meu Espírito, que está sobre ti, e as minhas palavras, que pus na tua boca, não se apartarão dela, nem da de teus filhos, nem da dos filhos de teus filhos, não se apartarão desde agora e para todo o sempre, diz o Senhor. n

[1]



a a 59.1 A mão do Senhor... possa salvar: Ver Is 50.2, n.

b b 59.1 Nem surdo... não poder ouvir: Ver Is 42.18, n.

c c 59.3 Cf. Is 1.15.

d d 59.4 Nulo: Outra tradução possível: mentira. Pode ser uma referência aos falsos deuses. Cf. 1Sm 12.21; Is 41.29.

e e 59.5 Chocam ovos de áspide: Esta metáfora denuncia uma forma de proceder cheia de malignidade (Sl 58.4-5). As teias de aranha fazem pensar em algo fugaz e com falta de consistência (Jó 8.14-15).

f f 59.7 Cf. Pv 1.16.

g g 59.7-8 Cf. Rm 3.15-17.

h h 59.9 O pecado não só coloca uma barreira entre o homem e Deus (cf. v. 2), mas também retarda a chegada da salvação.

i i 59.11 O gemer das pombas sugere a idéia de uma grande aflição (cf. Is 38.14; Na 2.7).

j j 59.16 Cf. Is 63.5.

l l 59.17 Ef 6.17; 1Ts 5.8.

m m 59.20 Citado em Rm 11.26.

n n 59.21 A respeito desta aliança que será para todo o sempre, ver Jr 31.31, nota c.

[1]Sociedade Bíblica do Brasil: Bíblia De Estudo Almeida Revista E Atualizada. Sociedade Bíblica do Brasil, 1999; 2005, S. Is 59:21

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